segunda-feira, 30 de maio de 2022

O BEM QUE AIDA NÃO CONQUISTAMOS.

                          Somos Espíritos perfeccionistas aspirantes a evolução  que jamais cessará. Nessa caminhada rumo ao infinito, a maioria de nossos semelhantes ainda não esforçaram-se com intuito de acordar de um sono sem sonhos milenar; optando pela ilusão materialista. As eras passaram rápido na Terra, e a felicidade ainda é um sonho místico para a maioria dos humanos. Para a muitos dos homens, o mal está no semelhante, o qual é sempre o culpado das mazelas e vícios de uma sociedade que considera estar doente, devido a culpa de corruptos e corruptores, mas não dele. 

                          Aqueles que apontam os dedos estão sempre a postos; porém, em seus próprios lares, são os primeiros a cometer os mesmos erros o qual condenaram no semelhante. Reclamam de gestores da coisa pública, ao negligenciarem na administração; mas em seus lares, também existe escassez - as vezes até mesmo do necessário - para seus familiares.

                         Também condenam as guerras fratricidas, mas são verdadeiros tiranos doméstico, escravizando esposa e os filhos. Outros pregam uma moral, que eles mesmo nunca praticaram longe do regaço do lar. São favoráveis a pena de morte para assassinos, no entanto, jamais tiveram tempo para os problemas cruciais de seus filhos, em um diálogo amoroso de pai cuidadoso e fiel; prevenindo-os e instruindo-os dos perigos das más influências. 

                         Segundo as Leis Universais do Criador, colheremos daquilo que semeamos; seja bom ou menos bom. 

                          Não cabe a ninguém o julgamento do semelhante; a não ser o nosso próprio - ao exame rígido e verdadeiro - de nossa consciência, guardiã de nossos atos. 

                          Todo cristão jamais olvide dos compromissos assumidos diante do altar de sua própria consciência; quando ainda na erraticidade, comprometeu-se ao resgate de suas dívidas, perante as Leis de Deus. 

                           Portanto, é nosso dever e compromisso a conjugação da ação, palavra e conduta, ensinando e praticando, a Boa Nova das letras Evangélicas; onde quer que estejamos e sempre quando formos convocados pelo Cristo de Deus.  

                          O Bem que falta em nós, nem sempre será aquele que ainda não conquistamos, mas certamente, o bem do semelhante; que sempre reflete em nós próprios. 

Muita Paz.

                         

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