sexta-feira, 13 de maio de 2022

APÓS A MORTE.

                            É a maior dúvida  da maioria dos homens, saber para onde irá após o desencarne. A maioria espera o que sua religião orientou: A felicidade eterna, em um paraíso inativo ou o suplício, também eterno, queimando no mármore do inferno. Devido a falta de maiores informações, resta somente dúvidas e incertezas. E o medo da "morte" continua apavorante. 

                          Já foi dito muitas vezes, mas vale a pena repetir: A Lei de Deus, está escrita na consciência de cada ser humano. Então, Céu ou Inferno é questão de consciência! Culpou a consciência, está no INFERNO; não culpou, está no CÉU. 

                          A maioria da humanidade sonha com uma vida feliz e abastada de bens materiais. No entanto, muitos também esquecem da preciosa lição do Mestre - quando leva a  sério a palavra evangélica - para não termos preocupação excessiva com bens materiais; os quais não poderemos levar para a outra vida. (Mateus, 6:19) 

                        A verdadeira felicidade é a consciência tranquila do dever cumprido; é fazer a vontade de Deus! Toda criatura humana é um aprendiz do amor; um neófito! Estamos no corpo de carne para reeducarmo-nos! E não para simplesmente gozar dos prazeres materiais e satisfazer nossos desejos - na maioria das vezes - extremamente egocêntricos.  

                       O dever é um impositivo da reeducação; obrigando-nos - muitas vezes - parecer o que ainda não somos, para mais a frente, conquistarmos a autenticidade. Então, não olvidemos de praticar o ensinamento do Mestre: "Que brilhe vossa luz." 

                       É uma enorme prepotência, querer colocar-nos no lugar do Criador - como se ele fosse incompetente - ao dizer por exemplo: "Minha filha não tem estrutura para criar o próprio filho! Por isso eu o criarei." Será  que Deus enganou-se? Ou foi a mãe que está recusando sua responsabilidade? É ou não é uma enorme prepotência nossa?

                     Não  queremos julgar atitudes de ninguém; mas é uma constatação verdadeira! Coisas desse tipo acontecem a toda hora, no mundo inteiro entre os humanos. Entre os animais não! Não querendo compara-los. Mesmo porque, até o cãozinho de estimação ou o gato - em sua essência - ainda são animais. Bem como qualquer outro; por mais mansos que sejam e participem de nossa vida, ainda não conquistaram a razão. Não olvidemos isso! 

                   Se verdadeiramente queremos saber quem somos, é só observar nossas atitudes e as palavras, que costumeiramente pronunciamos, ou como agimos diante dos outros. Prestemos atenção no que fazemos nas horas livres. 

Muita Paz.

 

                                        

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