segunda-feira, 28 de junho de 2021

PROVÉRBIOS DE SALOMÃO.

18 O homem esquivo segue seus caprichos e se enreda contra toda conveniência. 

2- O néscio não gosta da descrição, e sim de falar o que pensa.  

3- Onde entra a maldade, entra o desprezo, e com a ofensa vem a afronta.  

4- As palavras de certos homens são águas profundas, arroio que flui, manancial e sensatez.  

5- Não é justo favorecer o culpado, negando direito ao inocente.  

6- Os lábios do néscio envolvem-se com demandas, e sua boca chama os golpes. 

7- A boca do néscio é sua ruína, em seus próprios lábios ele enreda-se.  

8- As palavras de quem murmura são guloseimas que descem até o fundo do ventre.  

9- O homem indolente em seus assuntos é irmão de quem destrói. 

10- Torreão fortificado e o nome do Senhor; nele abriga-se o honrado e é anacessível.  

                                 

                                    Os caprichos humanos são acompanhados de  espessas sombras, cujo objetivo é somente a satisfação do seu ego, e dos desejos materiais. Outro perigo constante são as pessoas cujo pensamento e atitudes, fogem completamente da razão e bom senso; sendo perigosas pois não tendo nada a perder, não tem escrúpulos na fala e nem nas atitudes. 

                                     Na Terra, o Bem e o Mal, ainda estão próximos, devido as mazelas dos homens perfeccionistas,  sujeitos a quedas constantes. Porém, tudo depende da vibração e da sintonia de cada coração. Quando nossa vibração for positiva, estamos uma oitava acima do mal, em sintonia com o bem maior. Então da indiferença, passamos à devida atenção ao próximo. 

                                    As palavras são a materialização do pensamento, tendo a força magnética que o nosso desejo imprimir, seja para o bem ou o mal. Dependendo do que abunda em nosso sentimento. Ato justo é aquele que é praticado sem nenhum interesse particular; visando apenas o bem comum. Já foi ditto que a boca poderá ser abençoada ou uma verdadeira maldição; dependendo da orientação justa e sábia da mente, ou das concupiscências que ela abrigar.  

                                    A língua nervosa e desprovida de lógica, razão e bom senso, é como uma nuvem de gafanhotos na plantação. Depois da destruição vem a "fome" de razão. A pessoa insensível (indolente) ainda não é passível das benéficas palavras do bom senso; ainda necessita passar pela experiência dolorosa, a fim de aceitar a corrigenda benéfica. 

Fim da parte 1.  

Muita Paz.

                                   

                                    

 

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