sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

PARÁBOLA DAS BODAS.

"Então Jesus tomando a palavra, tornou a falar-lhes em parábolas dizendo: O reino do céu é semelhante a um rei que celebrou as bodas do seu filho." (Mateus, 22: 1 a 14).
                     
         
                   Contou Jesus, que um certo rei enviou seus servos para convidar as pessoas para as bodas do filho, contudo, ninguém quis ir as bodas.
                   Mandando outros servos, o soberano renovou o convite dizendo, que tudo estava preparado para receber os convidados. Mas além de não aceitarem o convite, os convidados ainda mataram os servos.
                  Indignado, o rei manda que as cidades daqueles homicidas sejam destruídas. Então, o soberano resolve convidar todos que estavam em trânsito nas estradas, tanto maus como bons.
                 Mas entre estes, estava um que não vestia o traje nupcial, e por isso foi jogado para as trevas exteriores.
                 Em síntese é isso a alegoria desta Parábola.
                 Entendendo esta metáfora, vemos que Jesus fala da jornada evolutiva dos Hebreus. Sabemos que o termo "bodas" no Antigo Testamento, tinha um significado especial, designando o ato de "Unir" um ser ou alguma coisa.
               Os judeus sempre tiveram para orienta-los, personalidades ou mensageiros dotados de faculdades especiais, também chamados de profetas, que eram enviados pelo Senhor, lembrando-os do compromisso com a questão do Deus Único e Verdadeiro. Sempre que aquele povo desviava desse caminho, vinha o alerta; quando não ouviam, preferindo a prática de mazelas contrarias as Leis Divinas, "colhiam" do que "plantavam."
            Com a vinda de Jesus, foi renovado o convite através da Boa Nova que o Mestre trouxe. Novamente a recusa, não aceitando a mensagem do Evangelho pela maioria dos Hebreus.
           Assim através de Paulo, o Cristo estende o convite aos povos que estavam além da fronteira de Israel. A mensagem chega aos gentios, e é bem recebida. O que era mau, teve a oportunidade de redimir-se através da Luz Imperecível do Evangelho.
          Passam-se os séculos, e estamos em plena metade de um tempo, como disse o Cristo.
          Agora, depois de tanto tempo, ainda encontramos a maioria dos homens em um estado de decadência moral deplorável, sem as "vestes nupciais". Em seus corações árido de sentimentos, somente existe trevas espessas.
          Muitos serão chamados, porém, poucos serão escolhidos.
      
Muita Paz.
         
                 
                 

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