domingo, 2 de fevereiro de 2014

INCOMPREENÇÃO.

"Fiz-me fraco para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos para, por todos os meios, chegar a salvar alguns." (I Coríntios, 9:22).
                     
          
                A ignorância é como a falta de luz. Portanto é dever daquele que já possui a benção do conhecimento, instruir aquele que ainda não foi abençoado.
               Não podemos olvidar da lei do auxílio, instruir sem usar a soberba, lembrando o exemplo da "Escada de Jacó", onde os Espíritos superiores desciam, para auxiliar os mais ignorantes. Portanto, toda instrução deve ser dada com humildade e dedicação, respeitando as limitações do irmão.
             A luz que ofusca causa cegueira.
             Se por ventura, possuímos conhecimentos, não devemos humilhar aqueles que ainda estão no nevoeiro da ignorância e da maldade.
             Todo ensinamento deve ser ministrado com parcimônia; o Mestre nunca fez exigências e nunca reclamou pressa de ninguém. Não podemos demonstrar superioridade diante dos inferiores ou demasiadamente forte perante os fracos.
            Toda instrução requer disciplina, no entanto, saibamos esperar e repetir.
            Jamais sejamos impacientes diante da incompreensão, evitando sempre a inquietude, desencanto, vinagre e fel.
           Receberá as bênçãos do Altíssimo, aqueles que descerem ao pântano sem contaminar-se na tarefa de instruir.
           Que seria da humanidade se o Cristo não tivesse apagado a própria claridade, fazendo-se Filho do homem, para salvar o que estava perdido.
           
 
Muita Paz. 
           
            

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