sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A PARÁBOLA DOS DOIS FILHOS.

"Mas que vos parece? U homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. Ele porém respondendo disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi. E dirigindo-se ao outro, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi." (Mateus, 21: 28 a 33).
                  
             
               Temos aqui, um problema familiar, que Jesus usou como metáfora, para ensinar uma lição.
               Primeiro vamos entender o sentido de duas palavras, "Republicano e Meretrizes".
               Republicano era aquele profissional que trabalhava como cobrador de impostos, colocando a questão financeira em primeiro lugar; sendo odiado pelos judeus, visto que a principal cobrança era feita em nome de e para os romanos dominadores.
              Já a palavra Meretriz, aqui neste texto, tirando o que está nas entrelinhas, tem um significado diferente, segundo as tradições do Antigo Testamento.
              Como já foi explicado na Parábola das dez virgens, a palavra "noiva", era empregada para designar todos que pretendiam uma melhoria espiritual. tanto homem como mulher.
             Ao passo que, aqueles indivíduos que eram volúveis, dizendo-se seguidores da Lei, mas não abandonando o materialismo, descumprindo a Lei, eram considerados como meretrizes.
           O importante ensinamento que o Mestre passou para todos, é a necessidade da nossa mudança de qualidade, ao abandonar velhas atitudes egoístas e indiferente a fraternidade e capacidade em servir.
          Num momento o primeiro filho do Senhor da vinha, não atende ao chamamento para servir na vinha, porém, ao pensar melhor, atende ao convite para o  trabalho regenerador.
          É assim com a maioria dos homens, primeiro recusa a convocação do Alto em benefício da própria criatura. É a misericórdia Divina chegando até nós. Mas ao saturar da baixa condição moral em que vive pensa melhor e aceita a oferta.
         Outros tantos, ao receberem o convite para o trabalho libertador, aceitam, porém mentem, pois não se apresentam ao serviço, preferindo ouvir a voz da própria concupiscência.
        Estes são os falsos cristãos, ocupam os primeiros lugares na sociedade, aparentam o que na realidade não são. Pronunciam o nome do Senhor em vão, pois a sua atitude é a maior prova da podridão em que vivem. Aproveitemos a lição.
          
Muita Paz.
        

       
       
        
        
           

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