sexta-feira, 4 de março de 2022

ECLESIÁSTICO.

TERCEIRA PARTE: HINO PELA NATUREZA E PELA HISTÓRIA. 

O CRIADOR.  

1- Vou recordar as obras de Deus e contar o que vi: Pela palavra de Deus são criadas e de sua vontade recebem sua tarefa.  

2- O Sol sai mostrando-se a todos, a glória do Altíssimo enche todas as suas obras. 

3- Mesmo os santos de Deus não bastaram para contar suas maravilhas. O Criador fortaleceu seus exércitos, para que estivessem firmes na presença de sua glória. 

4- Ele sonda o abismo e o coração, penetra todas suas tramas, 

5- manifesta o passado e o futuro revelando os mistérios escondidos. 

6- Nenhum pensamento é-lhe ocultado, nem escapa-lhe palavra alguma. 

7- Estabeleceu o poder de sua sabedoria, é único desde a eternidade; não pode crescer nem diminuir, nem falta-lhe um mestre. 

8- Quão amáveis são todas as suas obras! E o que vemos é apenas uma faísca. 

9- Todas vivem e duram eternamente obedecendo em todas as suas funções. 

                          

                          Nestes pequenos versos Ben Azir, mostra o que sentia e via - diante da natureza a sua volta - ao tentar dar-nos uma pálida ideia do Criador. Para completar - embora nunca seremos completos - reportemo-nos ao Livro do Apocalipse: Quando lembra-nos sobre a imutável e perfeita misericórdia do Criador. 

"E dei-lhe tempo para que arrependesse da sua prostituição e não arrependeu-se. (Apocalipse, 2:21) 

                           Mesmo sendo o Apocalipse repleto de uma simbologia indecifrável para muitos cristãos, não é portador de uma Lei implacável, como a maioria pensa. Falando da Justiça Divina em suas infinitas e variadas aplicações, seu objetivo é a reeducação dos Espíritos recalcitrantes. Possuindo em suas entrelinhas, a  máxima do Cristo de Deus: "Nenhuma ovelha ficará perdida." (Lucas, 15:3-7) Existindo mais Misericórdia, no aparente rigorismo deste livro do apóstolo João - resultado de sua poderosa mediunidade - quando o discípulo de Jesus estava exilado na ilha romana de Patmos.  

                           Está nas entrelinha deste versículo do Apocalipse a Misericórdia do Criador em favor de sua criatura. Embora a maioria das pessoas pensam apenas no rigorismo da Lei neste livro, podemos vislumbrar também, a eterna bondade de Deus que, oferecendo-nos oportunidades variadas para o necessário resgate de nossos compromissos, quando abusando da capacidade de arbitrar violamos as perfeitas Leis do Altíssimo. Tudo em nome dos desejos inconsequentes e criminosos. E as oportunidades ofertadas aos Espíritos recalcitrantes, estão nas várias reencarnações sob os auspícios da LEI DO RETORNO; receberemos segundo nossas atitudes perante nosso semelhante, sejam boas ou menos boas. 

                          Por isso, muito cuidado ao pronunciar aquela blasfêmia: "Não pedi para nascer." Pediu sim! De joelhos e com lágrimas espeças. O Criador sempre atende este tipo de rogativa! Nós é que o renegamos quando reencarnamos; principalmente se for no lar, onde estiver nossos inimigos ferrenhos; sejam eles, nossos genitores e nossos irmãos. Onde - segundo a Lei de Causa e Efeito - inicia-se nosso processo reeducativo. Se aceitarmos sem revoltas a vontade do Criador, estaremos fazendo a sua soberana vontade. Isso é o chamado Passar pela Porta Estreita da REDENÇÃO. CASO CONTRÁRIO, VOLTAREMOS NA MATÉRIA ATÉ FAZER A COISA CERTA. 

Muita Paz.

                            

                           

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