"Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele." (Colossenses, 2:6)
Entre aqueles que dedicam-se a fé cristã podemos notar duas formas de pensar e agir. Aqueles frequentadores de templos consagrados ao cristianismo e aqueles que procuram entender e praticar o Evangelho. O segundo grupo é de número bem reduzido na Terra. Desde que Jesus esteve entre nós, que iniciou a separação entre estes dois grupos de atuação. Antes do Concílio de Nicéia, quando o imperador Constantino decidiu criar uma organização religiosa para dar-lhe apoio, os cristãos primitivos ensinavam e praticavam o Evangelho - trazido por Jesus - em toda sua pureza e legitimidade, em prol dos mais necessitados.
No entanto isto não durou muito! Porque a nova igreja criada, deu início a uma série de normatizações que deveriam ser seguida por todos; sob pena da severidade da lei romana. Séculos mais tarde, novamente nasce uma nova subdivisão do cristianismo operada por um monge chamado Lutero. Com isso tudo - mais as traduções tendenciosas do Novo Testamento - também denominado de Segunda Revelação, causou um certo distanciamento, por parte destas organizações religiosas profissionais, da pureza ensinada e praticada por Jesus.
No entanto nada foi perdido! Visto que, nas entrelinhas do Evangelho, podemos tirar o "espírito da letra;" e assim, descobrirmos pela intuição, as verdades eternas contidas no Evangelho do Amor. Mas, para isso, há que termos: Vontade, força de vontade e persistência, acompanhada da Fé raciocinada; além da humildade em sempre admitir que jamais saberemos tudo, visto que somos Espíritos em evolução infinita.
Sendo assim, não podemos olvidar das palavras do apóstolo dos gentios e seu exemplo as portas de Damasco; quando literalmente caiu do cavalo e atender prontamente ao chamamento do Mestre: "Saulo! Por que persegues-me?" Assim, nós também, devemos proceder; sempre que ouvirmos o chamado do Cristo de Deus. Principalmente perante nossos familiares, quando Jesus nos conclamar à prática da tolerância, boa vontade e perdão das ofensas. Caso contrário, somos apenas cristãos de "carteirinha;" como a maioria ainda encontra-se.
Muita Paz.
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