segunda-feira, 22 de novembro de 2021

ECLESIÁSTICO.

 30- ama teu Criador com todas as tuas forças e não abandones seus servidores; 

31- honra a Deus e respeita o sacerdote, dando-lhe sua porção como foi ordenado grão escolhido, contribuição para o culto, sacrifícios, rituais, ofertas consagradas. 

32- Estenda também a mão ao pai, para que sua bênção seja completa; 

33- seja generoso com todos os vivos e não negues tua piedade aos mortos; 

34- não fujas dos que  choram a faça luto com os que estiverem de luto; 

35- não evites o doente, e ele gostará de ti. 

36- Em todas as tuas ações pensa no fim, e nunca pecarás. 

                      

                      Finalizando o capítulo "7" novas recomendações consideradas pelo autor como importantes e úteis aos neófitos da vida. Inicia com o principal conselho que é o respeito ao Criador, visto que para nós seres humanos, ainda é difícil amarmos incondicionalmente. Recomenda também, honrarmos a Altíssimo; outra coisa difícil para o ser humano porque devido ao orgulho e a falta de fé, ainda tentamos negociar com Deus. Ainda não temos a exata compreensão de sua GRANDEZA; a maioria dos homens ainda confunde Cristo com Deus.

                      Menciona novamente - mesmo que de forma indireta - que honremos nossos genitores, recomendando-nos respeito e atenção a eles na velhice; para que através deles, recebamos as BÊNÇÃOS DE DEUS. A generosidade ao próximo será expressa na forma da caridade, e aos que já partiram para a pátria espiritual, em orações, não olvidando a máxima do Cristo: "...deixa aos mortos o cuidado de enterrar os seus mortos." (Mateus, 8:22) 

                       Este "enterrar" é no sentido de DESVINCULAR, não ficar velando mentalmente e indefinidamente, aqueles que já partiram para outra vida. É também comum a nossa indiferença ao sofrimento alheio; por outro lado, não devemos assumir uma empreitada a qual não daremos conta, mesmo que seja para ajudar outrem. Façamos ao semelhante o que estiver ao nosso alcance e segundo nossas possibilidades; quem faz o que pode está fazendo o máximo. Esta regra vale tanto para os doentes quanto para os que não estão enfermos. Finalizando, o autor recomenda-nos a conscientização que não somos seres eternos; estamos em uma determinada reencarnação para um resgate e reeducar-nos objetivando a evolução infinita. 

Muita Paz.

                       

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