TIMIDEZ.
20- Filho meu, aproveita a ocasião, mas guarda-te do mal, não sejas vergonhosos em prejuízo próprio;
21- há uma vergonha que acarreta culpa, há uma vergonha que traz graça e honra.
22- Não tenhas consideração em prejuízo próprio, nem duvides com o perigo próprio;
23- não retenhas a palavra oportuna, nem escondas tua sabedoria;
24- pois falando mostra-se a sabedoria, e na resposta a inteligência.
25- Não contradiga a Deus, humilha-te diante do Senhor;
26- não envergonhe-te de confessar a culpa, não oponhas-te à corrente.
27- Não submeta-te a um néscio nem resista aos que mandam. Não alie-se com juiz iníquo, pois terá de julgar segundo seu capricho.
28- Não sejas arrogante de boca, tímido e covarde nos fatos;
30- não sejas um cão para tua família, medroso e tímido com os servos;
31- não tenhas a mão aberta para receber e fechada par dar.
Finalizando o capítulo "4" o autor continua as instruções e preparando o filho para a sua própria vida, e na esperança que sua semeadura dê os frutos que espera. Inicia com um conselho verdadeiramente salutar; não entrar em sintonia com o menos bom, pois sempre acharemos o que procuramos, bom ou mau. Depois continuando sua instrução, o genitor lembra ao filho que as vezes o excesso de timidez pode acarretar certo prejuízo, em determinadas ocasiões; principalmente diante das transações financeiras. Isso não significa que devemos desprezar totalmente a timidez, em forma de cuidados em determinadas relações sociais.
O excesso de timidez pode causar-nos prejuízos em nossa caminhada evolutiva - quando ela iduzir-nos a passividade - falsa simplicidade - que esconde um processo depressivo acompanhado do medo de enfrentar a vida. Logo coloca-se a desculpa do fracasso, na má "sorte" da própria vida que foi destinada por Deus; isto também é renegar o Criador e sua misericórdia, ao conceder-nos a BÊNÇÃO DAS INFINITAS REENCARNAÇÕES.
Aceitar e agradecer a Deus, por estarmos na matéria resgatando nossas dívidas perante suas LEIS IMUTÁVEIS é também um ato de HUMILDADE; POIS OS SOBERBOS, SERÃO SEMPRE REVOLTOSOS. Que nossa língua possa ser a testemunha ocular da sabedoria que já conquistamos, para servir ao Senhor. Assim não seremos arrogante diante da ignorância e nem distorceremos a verdade em proveito próprio. A palavra concisa e oportuna, demonstrarão nossas intenções benéficas, para em nome do SENHOR, DARMOS O NOSSO TESTEMUNHO EM FORMA DE INSTRUÇÃO. Para terminar o capítulo, o autor reservou algo importante: Não sejamos para nossa família motivo de escândalos, tratando-os como nossos servos; os filhos foram-nos confiados por Deus, porque temos compromissos com eles, contraídos em vidas passadas; agora assumimos a responsabilidade de bem orienta-los para que possam também resgatar seus próprios compromissos com a Lei Divina.
Muita Paz.
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