16- Aí do país onde reina um jovem e seus príncipes madrugam para comer!
17- Feliz um país onde reinar um nobre e os príncipes comem quando é hora e não põem sua valentia no beber.
18- A preguiça derruba o teto, os braços caídos derrubam a casa.
19- Desfrutam celebrando banquete, o vinho lhes alegra a vida e o dinheiro responde a tudo.
20- Não fale mal do rei, nem por dentro; não fale mal do rico nem mesmo em teu quarto, porque um passarinho leva até eles a história, e um ser alado conta-lhes o que foi dito.
Finalizando este capítulo, inicia recomendando a boa política em manter a língua dentro da boca e a mesma fechada, para que não entre moscas e não saia palavras ocas. Têm ocasiões que o silêncio é ouro e a observação é prata. É uma sábia estratégia, para não cair na provocação de atitudes impensadas, resultando em consequências funestas. Outra observação importante, diz respeito ao estímulo da bebida, seja para ocasiões alegres ou onde exige de alguém, cerda dose de coragem. Em ambas ocasiões, além de ser vaidade é também falsa ilusão.
Os adeptos do menor atrito ou seja, da chamada "vida mansa," além de vaidosos são também orgulhosos; iludindo-se com uma importância que nunca conquistarão, se não adquirir o habito de levantar cedo, enfrentando a difícil mas honrada tarefa, em ganhar a vida honestamente, não importando a profissão; pois sob o Sol, todo labor honesto é dignificante. Os bens materiais são dignificados pelo homem, não o contrário. Viver bem é sobreviver com o necessário. O acúmulo de bens materiais, leva-nos a avareza, que por conseguinte, conduz-nos aos sete pecados capitais. E no final temos novamente o conselho, para nunca abrirmos a boca para apontar defeitos ou para julgar alguém. Nunca olvidemos que: AS PAREDES POSSUEM OUVIDOS.
FIM.
Muita Paz.
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