A NORMA DO DIREITO SEJA NOSSA FORÇA.
2 1- Disseram entre si, raciocinando equivocadamente: A vida é curta e triste, e irremediável a passagem do homem; e não consta que alguém tenha regressado do abismo.
2- Nascemos casualmente e logo passaremos como quem não existiu; nossa respiração é fumaça, e o pensamento, uma chispa do coração que bate;
3- enquanto esta apagar-se, o corpo tornar-se cinza e o Espírito desvanecer como ar tênue.
4- Com o tempo, nosso nome cairá no esquecimento, e ninguém lembrará de nossas obras; nossa vida passará como rastro de nuvem, dissipando como neblina acossada pelos raios solares e abatida pelo seu calor.
5- Nossa vida é a passagem de uma sombra, e irreversível nosso fim; está aplicado o lacre, não havendo retorno.
6- Venha! Vamos desfrutar dos bens presentes, gozar das coisas com ânsia juvenil;
7- encher-nos dos melhores vinhos e perfumes, para que não escape-nos a flor primaveril;
8- façamos coroas de botões de rosas antes que feneçam;
9- que não fique prado sem provar nossa orgia; deixemos em todos os lugares lembranças de nossa alegria; pois esta é nossa sorte e nossa alegria.
Iniciando o capítulo "2" Não vemos nenhuma sensatez nestas declarações. O que podemos constatar é puramente a satisfação dos sentidos, como se a vida fosse somente uma, e a evolução inexistente em todas as dimensões da criação. Verdadeira exaltação ao materialismo e culto aos desejos. Em sua eterna sabedoria e misericórdia, Deus permite que o Espírito retorne a um novo corpo físico, através do DNA de seus progenitores, para que possa resgatar suas dívidas perante a Lei Divina, segundo suas possibilidades, em quantas reencarnações forem necessárias. Porque o Criador não obriga-nos a carregar uma cruz além de nossas forças.
Não existe acaso na Lei de Deus, por isso imploramos de joelhos por um NOVO NASCIMENTO; devido nossa consciência culpada, pelo mal que praticamos através de palavras e atitudes. Cada consciência moldará a profundidade do abismo, segundo a sua sintonia com o mal; o inferno é questão de consciência culpada. Não estando na vida material somente para desfrutes, nosso dever é cumprir a jornada material segundo as circunstâncias e as necessidades e as leis do meio familiar e social em que nascemos, sem revoltas. Para que nosso processo evolutivo não sofra interrupções.
Po isso Deus concedeu-nos a "Benção do Esquecimento" das reencarnações anteriores, para não haver interferência de lembranças desagradáveis de crimes praticados por nós. Permanecendo em nossa mente somente os reflexos condicionados, tais como, impulsos de raiva e as mágoas contumazes que sentimos por outrem e demais mazelas morais. Em resumo, nunca fomos santos. Então, o melhor que podemos fazer por nós mesmos, é nunca devolver nenhuma agressão e jamais entrar na culpa, por não atender aos pedidos de nosso semelhante; faremos pelos outros - seja familiares ou não - o que estiver dentro de nossas possibilidades; QUEM FAZ O QUE PODE ESTÁ FAZENDO O MÁXIMO; MAIS QUE ISSO NÃO SOMOS OBRIGADO. Procuremos viver com o necessário, com conforto e reconforto, sempre fazendo a vontade de Deus.
Muita Paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário