domingo, 27 de setembro de 2020

II CARTA AOS CORÍNTIOS.

10 RESPOSTA À ACUSAÇÃO DE FRAQUEZA - 1 Eu mesmo, Paulo, os exorto pela mansidão e pela bondade de Cristo. - eu tão humilde quanto estou entre vós face a face, mas tão ousado quanto estou longe. 

2- Rogo-vos, não me obrigueis, quando estiver presente, a mostrar-me ousado, recorrendo à audácia com que tenciono agir contra os que nos julgam como se comportássemos segundo critérios carnais.

3- Mesmo vivendo na carne, não militamos segundo a carne. 

4- Na verdade, as armas com que combatemos não são carnais, mas têm, ao serviço de Deus, o poder de destruir fortalezas. Destruímos os raciocínios presunçosos 

5- e todo poder altivo que levanta contra o conhecimento de Deus. Tornamos cativo todo pensamento para levá-lo a obedecer à Cristo. 

6- Estamos prontos à punir toda desobediência desde que a vossa obediência seja perfeita. 

7- Olhem as coisas frente a frente. Se alguém está convicto de pertencer a Cristo, tome consciência uma vez por todas de que, assim como ele pertence a Cristo, nós também lhe pertencemos. 

8- E ainda que me gloriasse do poder que Deus nos deu para vossa edificação, e não para a destruição de vocês, eu não me envergonharia por isso. 

9- Não quero dar a impressão de amedrontá-los através de minhas cartas,

10- porque as cartas, dizem, são severas e enérgicas, mas ele, uma vez presente é homem fraco e sua linguagem é desprezível. 

11- Quem assim pensa, fique sabendo de que assim como somos pela linguagem e por cartas quando estamos ausentes, também seremos por nossos atos quando estivermos presentes.

                            Pelo visto, a igreja de Corinto não conhecia a personalidade de Paulo e muito menos, a sua têmpera de aço. Mesmo depois de tantas instruções baseadas em ações comprovadas através de testemunhos, de outras igrejas fundadas por ele, alguns elementos da igreja de Corinto, ainda duvidavam de sua fé, honestidade e coragem para divulgar o Evangelho.

                           Por isso o apóstolo teve que usar de toda sua severidade, não a dos homens comuns, que é acompanhada da ira e violência; mas daquela que aprendeu com Jesus: A Autoridade que estando a serviço de Deus, tem o poder de destruir as fortalezas do ego humano; destruído raciocínios presunçosos. 

                           Assim sendo, Paulo nenhum motivo tinha para envergonhar-se de suas atitudes, nem antes e nem depois de Damasco. Aquele que conquistou o perdão de si mesmo, também não é escravo de sua consciência. É liberto! Pois agora, sabe perfeitamente equilibrar sentimento e razão. Esse é o legado de Paulo a cristandade, do passado e de agora.

                          Portanto, não há necessidade de discussões ou acusações, entre os vários seguimentos das vária vertentes do cristianismo. A hora é de união; pois o "inimigo" tem como objetivo principal, a desunião entre os cristãos, pensando que vencerá. Sigamos o exemplo de Paulo: Combateremos com as armas de Deus, pois estas tem o poder de destruir as fortalezas dos raciocínios presunçosos." As armas da carne são perecíveis. 

ORAÇÃO E VIGILÂNCIA. JESUS É O SENHOR DO MUNDO. 

Paz e Saúde.

                           

                                        

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