quinta-feira, 22 de junho de 2017

TOLERÂNCIA DIVINA.

"E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem." (Lucas, 23:34).
                    
                            A respeito do perdão Divino e a sua tão aclamada tolerância, existem muitas opiniões totalmente equivocadas.
                            A leviandade e interesses obscuros, escravizam a mente daqueles que se propõem a compreender o assunto. Também não faltam uma grande doze de infantilidade, observação e conclusão séria.
                           Somente uma pequena minoria consegue entender a grandeza e o alcance do assunto.
                           Aqueles que se acostumaram ao atrito inútil, egoísmo ou leviandade, não estão capacitados para se conscientizar de tão importante Benção.
                           As palavras que foram ditas por Jesus na cruz, merecem por parte dos cristãos, uma profunda reflexão.
                           "Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem."
                             A fala do Mestre, não é somente um alerta qualquer, dito em uma hora extrema. Seu significado instrutivo, é muito mais profundo.
                            Naquelas últimas horas do supremo sacrifício, o Cristo Planetário roga perdão aos homens; porém, não esquece de dizer o "porque" deste pedido com tanta intensidade de sentimento.
                           O principal motivo, devia-se a ignorância em que a humanidade estava envolvida.
                           Jesus veio para nos trazer a Palavra de Deus; e não para instigar os homens a invocar o Santo nome de Deus em vão. "E acontecendo que, apertando-O a multidão, para ouvir a Palavra de Deus, estava ELe junto ao lago de Genesaré." (Lucas, 5:1).
                          Jesus sabia que o nome de Deus era muito sagrado, para ser invocado sem uma justa causa. Como um filho que desrespeitasse um pai dedicado e carinhoso.
                          O Cristo queria que os homens em todos os tempos, compreendessem a gravidade daquele crime hediondo cometido por eles. Toda animalidade humana, estava expressada na crucificação do Filho de Deus.
                         E mesmo depois de mais de dois mil anos, da maior tragédia acontecida na Terra, a maioria dos cristãos, ainda não entenderam a gravidade do trágico acontecimento.
                        Muitos deles, ainda continuam celebrando aquele fatídico acontecimento; como sonâmbulos que, somente conseguem ver: Dor, culpa e sofrimento.
                        O exemplo que tiramos disso é: As últimas palavras do Cristo, foram para todos compreenderem que tolerância e perdão do Criador, não são para ser pedidas a esmo e sem o devido respeito.
                      "Não invocar o Santo nome de Deus em vão."
                       Este é o segundo mandamento do decálogo.
                       Olhai, vigiai, orai.
 
Paz do Cristo.
                       
                          
                         
                           

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