"Se alguém vier a mim e não abandonar a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não poderá ser meu discípulo." (Lucas, 14: 26).
Escolhemos este versículo narrado por Lucas, para exemplificar a questão da renúncia ensinada pelo Mestre.
Ao estudarmos a renúncia no Evangelho, estamos nos preparando para melhorar nosso sentimento, e aprender a vincular e desvincular das coisas e dos seres.
Pois a desvinculação é tão importante quanto a vinculação.
Assim, estaremos também aprendendo a sermos virtuosos e caridosos igualmente.
Pois Jesus nunca deixou de auxiliar a nenhum necessitado que se aproximasse dele. Tendo iniciado seu apostolado Divino, desde a humilde estrebaria.
Não foram os doutores da Lei, que o Cristo chamou para acompanha-Lo, em seu imenso trabalho de ensinar o Evangelho de Amor; e sim humildes e ignorantes pescadores.
Conhecendo a má índole de Judas, não o recusou como discípulo; sabendo que seria traído por um beijo.
Ao ser negado por Pedro, compreendeu a fraqueza do amoroso discípulo, estendendo-lhe a mão firme do reajuste.
Após a crucificação e suposta "morte," mesmo depois de sua gloriosa ressurreição, o Cristo não abandonou a Terra e nem aqueles que o amavam, e seguiam seus ensinamentos. Como prova de seu imenso Amor, apareceu aos discípulos; para também mostrar a Tomé as suas chagas.
E prometeu estar junto dos homens até o fim dos tempos.
Jesus renunciou as alegrias de ser compreendido, para compreender a todos; até aqueles que o crucificaram. Nunca exigiu que fosse amado, mas amou toda a humanidade.
Assim devem proceder os verdadeiros cristãos!
Renunciar as pequenas alegrias, para dedicar um pouco de seu tempo, ao trabalho na seara do Cristo. Isto é tudo que ELe pede de nós.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
Escolhemos este versículo narrado por Lucas, para exemplificar a questão da renúncia ensinada pelo Mestre.
Ao estudarmos a renúncia no Evangelho, estamos nos preparando para melhorar nosso sentimento, e aprender a vincular e desvincular das coisas e dos seres.
Pois a desvinculação é tão importante quanto a vinculação.
Assim, estaremos também aprendendo a sermos virtuosos e caridosos igualmente.
Pois Jesus nunca deixou de auxiliar a nenhum necessitado que se aproximasse dele. Tendo iniciado seu apostolado Divino, desde a humilde estrebaria.
Não foram os doutores da Lei, que o Cristo chamou para acompanha-Lo, em seu imenso trabalho de ensinar o Evangelho de Amor; e sim humildes e ignorantes pescadores.
Conhecendo a má índole de Judas, não o recusou como discípulo; sabendo que seria traído por um beijo.
Ao ser negado por Pedro, compreendeu a fraqueza do amoroso discípulo, estendendo-lhe a mão firme do reajuste.
Após a crucificação e suposta "morte," mesmo depois de sua gloriosa ressurreição, o Cristo não abandonou a Terra e nem aqueles que o amavam, e seguiam seus ensinamentos. Como prova de seu imenso Amor, apareceu aos discípulos; para também mostrar a Tomé as suas chagas.
E prometeu estar junto dos homens até o fim dos tempos.
Jesus renunciou as alegrias de ser compreendido, para compreender a todos; até aqueles que o crucificaram. Nunca exigiu que fosse amado, mas amou toda a humanidade.
Assim devem proceder os verdadeiros cristãos!
Renunciar as pequenas alegrias, para dedicar um pouco de seu tempo, ao trabalho na seara do Cristo. Isto é tudo que ELe pede de nós.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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