"E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e possuído de íntima compaixão para com ela, curou os seus enfermos." (14:14).
As enfermidades curadas por Jesus naquela multidão que o seguia, não foram somente, as do corpo físico. Isto foi a parte menos importante do acontecimento.
Primeiramente, o Mestre os acolheu com suas palavras de Amor e consolo. E a Forte e Divina vibração de sua voz, alimentava as almas daquelas pessoas calejadas pelo sofrimento e a desesperança.
Na concepção daquele povo, o sofrimento deles seria eterno, além da vida material; se não seguissem rigorosamente a Lei de Moisés. Instigados e ameaçados pelos fariseus, aquelas pobres pessoas que, quase nada possuíam para sua sobrevivência, ainda tinham que separar parte de sua pequena colheita, para oferecer como oferta ao templo.
E se a falta cometida era considerada pelos sacerdotes muito grave, tinham que oferecer o chamado "holocausto;" então, deveriam sacrificar uma ovelha, que geralmente era de preço elevado, e vendida no próprio templo pelos gananciosos sacerdotes; dificultando ainda mais suas vidas miseráveis.
Jesus os aliviou, esclarecendo a todos que, aquilo não era mais necessário; pois Deus não necessitava de sangue de animais. O sacrifício agradável ao Senhor era as nossas próprias mazelas. Por exemplo: O perdão aos inimigos!
Sacrificar os nossos desejos egoístas, prepotente e invejosos; Fazer ao próximo, o que gostaríamos de receber; Não usar palavras para envenenar nossos semelhantes; antes, devemos experimentar o nosso próprio veneno, mordendo a língua.
É o sacrifício de nossa concupiscência!
Explicou o Mestre que, o resgate dos pecados não eram eternos; como até então acreditavam. A eternidade do sofrimento persistirá, enquanto durar a culpa na consciência; pois a Lei de Deus está escrita na consciência de cada ser humano.
Este foi o principal alimento que o Cristo amorosamente ofereceu a multidão. Infelizmente, somente uma pequena parte daquelas pessoas, estavam com o coração aberto para receber estes ensinamentos e consolar seus corações.
O problema ainda persiste no nosso século. Pois, no portal de cada templo cristão, está escrito implicitamente a pergunta do Salvador: "A que vieste?"
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
As enfermidades curadas por Jesus naquela multidão que o seguia, não foram somente, as do corpo físico. Isto foi a parte menos importante do acontecimento.
Primeiramente, o Mestre os acolheu com suas palavras de Amor e consolo. E a Forte e Divina vibração de sua voz, alimentava as almas daquelas pessoas calejadas pelo sofrimento e a desesperança.
Na concepção daquele povo, o sofrimento deles seria eterno, além da vida material; se não seguissem rigorosamente a Lei de Moisés. Instigados e ameaçados pelos fariseus, aquelas pobres pessoas que, quase nada possuíam para sua sobrevivência, ainda tinham que separar parte de sua pequena colheita, para oferecer como oferta ao templo.
E se a falta cometida era considerada pelos sacerdotes muito grave, tinham que oferecer o chamado "holocausto;" então, deveriam sacrificar uma ovelha, que geralmente era de preço elevado, e vendida no próprio templo pelos gananciosos sacerdotes; dificultando ainda mais suas vidas miseráveis.
Jesus os aliviou, esclarecendo a todos que, aquilo não era mais necessário; pois Deus não necessitava de sangue de animais. O sacrifício agradável ao Senhor era as nossas próprias mazelas. Por exemplo: O perdão aos inimigos!
Sacrificar os nossos desejos egoístas, prepotente e invejosos; Fazer ao próximo, o que gostaríamos de receber; Não usar palavras para envenenar nossos semelhantes; antes, devemos experimentar o nosso próprio veneno, mordendo a língua.
É o sacrifício de nossa concupiscência!
Explicou o Mestre que, o resgate dos pecados não eram eternos; como até então acreditavam. A eternidade do sofrimento persistirá, enquanto durar a culpa na consciência; pois a Lei de Deus está escrita na consciência de cada ser humano.
Este foi o principal alimento que o Cristo amorosamente ofereceu a multidão. Infelizmente, somente uma pequena parte daquelas pessoas, estavam com o coração aberto para receber estes ensinamentos e consolar seus corações.
O problema ainda persiste no nosso século. Pois, no portal de cada templo cristão, está escrito implicitamente a pergunta do Salvador: "A que vieste?"
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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