quarta-feira, 17 de maio de 2017

O FERMENTO DA IPOCRISIA.

"Ajuntando-se entretanto muitos milhares de pessoas, atropelavam uns aos outros, começou a dizer aos seus discípulos: Acautelai-vos primeiramente do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia." (Lucas, 12:1).
                       
                     Usando uma figura de linguagem, muito comum entre o povo hebreu, para afirmar determinada questão importante, Jesus alertou os discípulos a respeito da astúcia e hipocrisia, daqueles que representavam a lei de Moisés em uma Israel, dominada pelo poder dos romanos.
                     Nem é preciso lembrar que, o jogo de interesses, tanto dos dominados quanto dos dominadores, estava acima de tudo. O maior exemplo, foi a condenação e morte de Jesus.
                     E no século atual, esta hipocrisia, e o fermento que à alimenta, ainda continuam a pleno vapor. Principalmente em se tratando do sistema politico e financeiro, que domina todas as nações da Terra.
                    Estamos no limiar de uma guerra; justamente para afirmação destes interesses obscuros; cujo fermento é o poder e o dinheiro.
                   Estes dois elementos, causaram e ainda continuam causando, dor, sofrimento, miséria e morte; em todo o mundo.
                   Os modernos fariseus, como seus pares de antigamente, continuam dando as cartas; e sempre almejaram o controle total de tudo. Se possível, até mesmo da mente dos homens.
                   Uma canção já disse: "Vida de gado! Povo marcado, povo feliz!"
                   Como na antiga Roma: Pão e circo para o povo. Assim  ficam feliz e não reclamam.
                    "Um fermento leveda a massa toda." Disse o Mestre, usando mais uma figura de linguagem para ensinar que: dependendo do estado mental e o que semeamos no coração, poderá germinar uma árvore; que dê frutos ou uma "figueira seca."
                     Assim é o coração da maioria dos homens na atualidade! Incapaz de, pelo menos respeitar o semelhante. Nós, numa atitude egoísta e hipócrita, enterramos na terra, o único talento que recebermos de nosso Senhor.
                    O que fazemos com o dom da vida? Nós a contaminamos com todo tipo de excessos, somente para satisfação dos nossos sentidos materialistas.
                    Não nos preocupamos com nossos sentimentos! Preferimos cultivar o sentimentalismo. Que gera a posse de tudo; até mesmo daqueles(as) o qual dizemos amar. Quem realmente ama, não escraviza; liberta.
                    A respeito do acúmulo de bens, o apóstolo Tiago, tem uma preciosa lição: "Porque sai o sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa aparência do seu aspecto perece: Assim se murchará também o rico em seu caminho." (Tiago, 1:11).
                    Olhai, vigiai, orai.
 
Paz para a Terra.
                   
                     
                    
                  
                   
                   

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