"Quando já estava perto da casa, enviou-lhe o Centurião uns amigos, dizendo-lhe: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno que entre em minha casa..." (Lucas, 7:1-10).
Muito se fala em fé; no entanto, são poucos os que possui a verdadeira fé; aquela que está baseada na verdade, na razão e no bom senso.
O Centurião de Cafarnaum é um exemplo de fé raciocinada. Quando pediu ajuda de Jesus, para que seu servo fosse curado de uma grave doença, já sabia do poder do Mestre, e também de sua origem Divina.
Ninguém havia lhe falado a respeito da enorme evolução do Cristo; mas o Centurião tinha a certeza que, aquele homem humilde, era verdadeiramente o Filho de Deus.
Aquele romano, mesmo sem conhecer Jesus, já tinha se convertido a sua Doutrina.
Podemos ver isso, na atitude e nas palavras do Centurião.
"...Por isso não me julgo digno de ir ter contigo; diz, somente uma palavra, e o meu criado ficará curado."
"Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob meu poder; e digo a ele: Vai; ele vai; e a outro: Vem; e ele vem; e a meu servo: Faz isto; e ele faz."
Com esta atitude, o Centurião romano analisa e compreende quem é realmente o Cristo. E tem a certeza que, aquele não era um homem comum. Quem estava diante dele era um ser Divino, e muito superior a qualquer homem na Terra.
Sua autoridade, extrapolava qualquer poder humano!
Isto é se posicionar, raciocinar; e concluir pela razão e o bom senso.
A resposta do Cristo foi: "Jesus maravilhou-se dele, e, voltando-se disse à multidão que o seguia: Digo-vos que nem em Israel tenho achado tanta fé." (Lucas, 7:9).
Aqueles que acreditam, sem fazer uma séria análise do que ouviu de outrem, está sujeito a fé cega e ao fanatismo.
"Fé realmente fé, é aquela que encara a razão, em qualquer época da humanidade." Disse Allan Kardec.
Não podemos simplesmente acreditar em tudo que, qualquer pessoa nos disser, sem antes raciocinar; como fez o Centurião.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
Muito se fala em fé; no entanto, são poucos os que possui a verdadeira fé; aquela que está baseada na verdade, na razão e no bom senso.
O Centurião de Cafarnaum é um exemplo de fé raciocinada. Quando pediu ajuda de Jesus, para que seu servo fosse curado de uma grave doença, já sabia do poder do Mestre, e também de sua origem Divina.
Ninguém havia lhe falado a respeito da enorme evolução do Cristo; mas o Centurião tinha a certeza que, aquele homem humilde, era verdadeiramente o Filho de Deus.
Aquele romano, mesmo sem conhecer Jesus, já tinha se convertido a sua Doutrina.
Podemos ver isso, na atitude e nas palavras do Centurião.
"...Por isso não me julgo digno de ir ter contigo; diz, somente uma palavra, e o meu criado ficará curado."
"Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob meu poder; e digo a ele: Vai; ele vai; e a outro: Vem; e ele vem; e a meu servo: Faz isto; e ele faz."
Com esta atitude, o Centurião romano analisa e compreende quem é realmente o Cristo. E tem a certeza que, aquele não era um homem comum. Quem estava diante dele era um ser Divino, e muito superior a qualquer homem na Terra.
Sua autoridade, extrapolava qualquer poder humano!
Isto é se posicionar, raciocinar; e concluir pela razão e o bom senso.
A resposta do Cristo foi: "Jesus maravilhou-se dele, e, voltando-se disse à multidão que o seguia: Digo-vos que nem em Israel tenho achado tanta fé." (Lucas, 7:9).
Aqueles que acreditam, sem fazer uma séria análise do que ouviu de outrem, está sujeito a fé cega e ao fanatismo.
"Fé realmente fé, é aquela que encara a razão, em qualquer época da humanidade." Disse Allan Kardec.
Não podemos simplesmente acreditar em tudo que, qualquer pessoa nos disser, sem antes raciocinar; como fez o Centurião.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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