"Depois, sobrevindo tribulação ou perseguição..." (Marcos, 4:17).
Entre os cristãos é muito comum a pregação da caridade em prol dos mais necessitados. Porém, quando aquele que recebeu o benefício da ajuda não age conforme o nosso desejo, logo desistimos acusando-o de ma vontade.
Lançamos ao trabalho na seara, contudo, diante das primeiras dificuldades, alegamos que ainda não estamos prontos para tamanho sacrifício.
Propomos a nós mesmo, o estudo sistemático da Doutrina, e do Evangelho redentor; mas quando somos convocados ao testemunho, mesmo no próprio seio familiar, esquecemos a sagrada oportunidade de reajustamento e disciplina.
Se as circunstâncias e as necessidades, nos colocam no caminho de alguém necessitado, somos sensibilizados à ajuda-lo com desvelado carinho. Depois... se a nossa atitude não recebe o retorno esperado, o abandonamos ao seu próprio destino, exclamando - "não posso mais."
Muitos são os candidatos para o trabalho fraterno; poucos conseguem prosseguir na lida salvadora, mesmo diante das dificuldades e sacrifícios exigidos.
Por outro lado, as investidas das sombras não dão tréguas.
Cada trabalhador que desiste da obra iniciada, reforça o seu lado negativo; deixando-se seduzir pelo mau.
Aquele que trair seus compromissos divinos realiza o que deseja.
Outro deixa-se levar pelo desânimo, logo é escravizado pela depressão.
Os que semeiam a discórdia, cria a desarmonia geral.
É muito difícil cultivar o bem em nosso coração; e muito fácil tornar-se escravos do mal.
No entanto depois...
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
Entre os cristãos é muito comum a pregação da caridade em prol dos mais necessitados. Porém, quando aquele que recebeu o benefício da ajuda não age conforme o nosso desejo, logo desistimos acusando-o de ma vontade.
Lançamos ao trabalho na seara, contudo, diante das primeiras dificuldades, alegamos que ainda não estamos prontos para tamanho sacrifício.
Propomos a nós mesmo, o estudo sistemático da Doutrina, e do Evangelho redentor; mas quando somos convocados ao testemunho, mesmo no próprio seio familiar, esquecemos a sagrada oportunidade de reajustamento e disciplina.
Se as circunstâncias e as necessidades, nos colocam no caminho de alguém necessitado, somos sensibilizados à ajuda-lo com desvelado carinho. Depois... se a nossa atitude não recebe o retorno esperado, o abandonamos ao seu próprio destino, exclamando - "não posso mais."
Muitos são os candidatos para o trabalho fraterno; poucos conseguem prosseguir na lida salvadora, mesmo diante das dificuldades e sacrifícios exigidos.
Por outro lado, as investidas das sombras não dão tréguas.
Cada trabalhador que desiste da obra iniciada, reforça o seu lado negativo; deixando-se seduzir pelo mau.
Aquele que trair seus compromissos divinos realiza o que deseja.
Outro deixa-se levar pelo desânimo, logo é escravizado pela depressão.
Os que semeiam a discórdia, cria a desarmonia geral.
É muito difícil cultivar o bem em nosso coração; e muito fácil tornar-se escravos do mal.
No entanto depois...
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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