"E vós, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação." (Efésios, 6:4).
Os casais, quando assumem o sagrado compromisso de receber no lar os filhos, ao cumprir com o dever que lhes cabe, constitui engrandecimento espiritual.
No entanto, a maioria dos casais não estão dispostos e preparados para tão elevada tarefa.
Grande número de homens e mulheres, não se preocupam com a própria conduta moral; entregam-se totalmente aos desejos dos sentidos, tornando-se viciados em prazer.
Muitos vivem longe das emoções e das verdadeiras noções de humanidade. Optam sempre pelas fantasias, em busca de uma felicidade que não sobrevive além dos momentos da embriaguez, ou poucos segundos da "viagem" das drogas.
É neste ambiente de ilusão, que as vezes se formam os futuros pais.
O Evangelho não fala, para os que preferem manter-se como "crianças" espirituais; e sim, as inteligências e corações que já se prepararam para a grande responsabilidade.
Quando um homem se propõe a se tornar pai, terá que ter a exata compressão, da grandeza do trabalho que irá desempenhar.
Ser pai, não é se tornar um escravo do lar. Não lhe é interditado os momentos de prazer! Porém, as suas atitudes deverá ser sempre acompanhada do devido equilíbrio. Principalmente o sentimento e a razão.
É no lar, que atendemos aos desígnios de Deus, a respeito das ações mais importantes que nos foram outorgados.
Os pais erram, quando exigem demais ou quando fazem todas as vontades do filho.
Somente através do Evangelho no lar, o pai dará ao filho as bases necessárias, para que se forme o verdadeiro homem integral; redivivo e liberto, que faz a vontade do Senhor.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
Os casais, quando assumem o sagrado compromisso de receber no lar os filhos, ao cumprir com o dever que lhes cabe, constitui engrandecimento espiritual.
No entanto, a maioria dos casais não estão dispostos e preparados para tão elevada tarefa.
Grande número de homens e mulheres, não se preocupam com a própria conduta moral; entregam-se totalmente aos desejos dos sentidos, tornando-se viciados em prazer.
Muitos vivem longe das emoções e das verdadeiras noções de humanidade. Optam sempre pelas fantasias, em busca de uma felicidade que não sobrevive além dos momentos da embriaguez, ou poucos segundos da "viagem" das drogas.
É neste ambiente de ilusão, que as vezes se formam os futuros pais.
O Evangelho não fala, para os que preferem manter-se como "crianças" espirituais; e sim, as inteligências e corações que já se prepararam para a grande responsabilidade.
Quando um homem se propõe a se tornar pai, terá que ter a exata compressão, da grandeza do trabalho que irá desempenhar.
Ser pai, não é se tornar um escravo do lar. Não lhe é interditado os momentos de prazer! Porém, as suas atitudes deverá ser sempre acompanhada do devido equilíbrio. Principalmente o sentimento e a razão.
É no lar, que atendemos aos desígnios de Deus, a respeito das ações mais importantes que nos foram outorgados.
Os pais erram, quando exigem demais ou quando fazem todas as vontades do filho.
Somente através do Evangelho no lar, o pai dará ao filho as bases necessárias, para que se forme o verdadeiro homem integral; redivivo e liberto, que faz a vontade do Senhor.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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