"Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo algum entrareis no Reino dos céus." (Mateus, 5:20).
Não vamos dizer que, tanto os escribas como os fariseus, fossem inimigos ferozes do povo e criminosos perigosos.
Ambos, sabiam cumprir com seus deveres cívicos e para com os dogmas de sua religião. Seguiam a risca, a lei estabelecida por Moisés.
Cumpriam para com seus deveres perante suas famílias.
Pagavam impostos rigidamente.
Porém, jamais concordavam com a Doutrina ensinada por um simples filho de carpinteiro, que se intitulava Filho do homem, cuja procedência todos eles conheciam; pois José, era de descendência da casa de David.
Fariseus e escribas, nunca deixaram de adorar a Deus! Mas, nunca foram dotados de humildade e fraternidade. Não vacilavam em humilhar, todos que se opunham a sua autoridade.
Como disse Jesus: gostavam de usar longas túnicas, e ocupar os primeiros acentos nas sinagogas; e não conseguiam orar com o coração.
Sempre gostaram das aparências exteriores! Não sabiam descer do pedestal do orgulho e da prepotência; para auxiliar o mais necessitado.
Nunca estiveram dispostos a nenhum sacrifício, por menor que fosse, em nome do amor e do bem ao próximo.
Por isso Jesus elaborou um novo padrão de vida aos aprendizes.
Nós cristãos, não estamos na terra para gozar a vida. Não nos foi dada autoridade para impor nossas ideias, personalistas e dogmáticas.
O Cristo nos ensinou a transformar nossas mesquinharias, em algo que é útil; cujo o primeiro beneficiado, é nosso próprio "EU."
Sob a inspiração do Mentor Divino, o nosso trabalho deve ser sempre, um cântico de serviço ao semelhante; amando e sacrificando todos os nossos desejos, vinculados aos excessos materiais.
O cristão, nunca revida agressões ou ofensas. Mas também, nunca deve temer o mal que nos ameaça. Tenhamos fé e confiança que, o Cristo Planetário é o Senhor absoluto da Terra, e nosso guia e modelo de perfeição.
Sempre exaltou o amor glorioso e sem fim, rumo ao Reino do Céu que tem início seguramente, dentro de cada um de nós mesmo.
Olhai, orai, vigiai.
Paz do Cristo.
Não vamos dizer que, tanto os escribas como os fariseus, fossem inimigos ferozes do povo e criminosos perigosos.
Ambos, sabiam cumprir com seus deveres cívicos e para com os dogmas de sua religião. Seguiam a risca, a lei estabelecida por Moisés.
Cumpriam para com seus deveres perante suas famílias.
Pagavam impostos rigidamente.
Porém, jamais concordavam com a Doutrina ensinada por um simples filho de carpinteiro, que se intitulava Filho do homem, cuja procedência todos eles conheciam; pois José, era de descendência da casa de David.
Fariseus e escribas, nunca deixaram de adorar a Deus! Mas, nunca foram dotados de humildade e fraternidade. Não vacilavam em humilhar, todos que se opunham a sua autoridade.
Como disse Jesus: gostavam de usar longas túnicas, e ocupar os primeiros acentos nas sinagogas; e não conseguiam orar com o coração.
Sempre gostaram das aparências exteriores! Não sabiam descer do pedestal do orgulho e da prepotência; para auxiliar o mais necessitado.
Nunca estiveram dispostos a nenhum sacrifício, por menor que fosse, em nome do amor e do bem ao próximo.
Por isso Jesus elaborou um novo padrão de vida aos aprendizes.
Nós cristãos, não estamos na terra para gozar a vida. Não nos foi dada autoridade para impor nossas ideias, personalistas e dogmáticas.
O Cristo nos ensinou a transformar nossas mesquinharias, em algo que é útil; cujo o primeiro beneficiado, é nosso próprio "EU."
Sob a inspiração do Mentor Divino, o nosso trabalho deve ser sempre, um cântico de serviço ao semelhante; amando e sacrificando todos os nossos desejos, vinculados aos excessos materiais.
O cristão, nunca revida agressões ou ofensas. Mas também, nunca deve temer o mal que nos ameaça. Tenhamos fé e confiança que, o Cristo Planetário é o Senhor absoluto da Terra, e nosso guia e modelo de perfeição.
Sempre exaltou o amor glorioso e sem fim, rumo ao Reino do Céu que tem início seguramente, dentro de cada um de nós mesmo.
Olhai, orai, vigiai.
Paz do Cristo.
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