"E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna." (Mateus, 25:46).
Quando lemos nos Evangelhos, suplício eterno ou sofrimento eterno, isso não significa que o sofrimento anunciado pelo Cristo, para as almas que violaram as Leis de Deus seja eterno. O Criador jamais desejaria isso.
Esta aparente eternidade no sofrimento das almas, resulta, da sensação que o Espírito sente, com a perda da noção do tempo e espaço, no lugar do plano espiritual a qual se encontram, devido a semelhança de sintonia com o mal.
Semelhante atrai semelhante. É uma Lei Universal do Criador. Portanto, as almas vão se reunir em grupos, após a "morte" do corpo físico, segundo a vibração de cada uma; seja para o bem ou para o mal.
Quando em seu coração, o indivíduo sempre cultivou o bem, ao passar para a outra vida, se reunirá com aqueles que tenham os mesmos bons sentimentos.
Já aquele que sempre cultivou o mal, se reunirá após a passagem, com os seus iguais. Quando a criatura viola as Leis Divinas, a sua consciência culpada, o acusará constantemente; disso resulta uma sensação de eternidade no sofrimento.
Jesus, na sua grande Misericórdia, ao terceiro dia da sua crucificação, "desceu" até as regiões nos planos espirituais, conhecidas como "infernos," para levar esperança, àquelas almas que estavam com a sensação de que, seu sofrimento não teria fim.
O Mestre deu a cada uma daquelas pobres criaturas, o bálsamo do arrependimento. A partir do momento que, aqueles Espíritos presos aos grilhões da culpa, abrissem seus corações para o bem, seriam resgatadas e receberiam toda a ajuda, dos abnegados trabalhadores da seara do Cristo; onde seriam preparadas para uma nova encarnação na matéria; e assim, resgatar seus débitos perante a Lei Maior.
Deus nunca castiga sua criação; porque é soberanamente Bom e Justo. O próprio homem, procura o mal, devido aos excessos de todos os tipos. Somente nos livraremos do mal, quando adotarmos o Evangelho como norma absoluta de conduta.
Paz no Senhor.
Quando lemos nos Evangelhos, suplício eterno ou sofrimento eterno, isso não significa que o sofrimento anunciado pelo Cristo, para as almas que violaram as Leis de Deus seja eterno. O Criador jamais desejaria isso.
Esta aparente eternidade no sofrimento das almas, resulta, da sensação que o Espírito sente, com a perda da noção do tempo e espaço, no lugar do plano espiritual a qual se encontram, devido a semelhança de sintonia com o mal.
Semelhante atrai semelhante. É uma Lei Universal do Criador. Portanto, as almas vão se reunir em grupos, após a "morte" do corpo físico, segundo a vibração de cada uma; seja para o bem ou para o mal.
Quando em seu coração, o indivíduo sempre cultivou o bem, ao passar para a outra vida, se reunirá com aqueles que tenham os mesmos bons sentimentos.
Já aquele que sempre cultivou o mal, se reunirá após a passagem, com os seus iguais. Quando a criatura viola as Leis Divinas, a sua consciência culpada, o acusará constantemente; disso resulta uma sensação de eternidade no sofrimento.
Jesus, na sua grande Misericórdia, ao terceiro dia da sua crucificação, "desceu" até as regiões nos planos espirituais, conhecidas como "infernos," para levar esperança, àquelas almas que estavam com a sensação de que, seu sofrimento não teria fim.
O Mestre deu a cada uma daquelas pobres criaturas, o bálsamo do arrependimento. A partir do momento que, aqueles Espíritos presos aos grilhões da culpa, abrissem seus corações para o bem, seriam resgatadas e receberiam toda a ajuda, dos abnegados trabalhadores da seara do Cristo; onde seriam preparadas para uma nova encarnação na matéria; e assim, resgatar seus débitos perante a Lei Maior.
Deus nunca castiga sua criação; porque é soberanamente Bom e Justo. O próprio homem, procura o mal, devido aos excessos de todos os tipos. Somente nos livraremos do mal, quando adotarmos o Evangelho como norma absoluta de conduta.
Paz no Senhor.
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