"E soltou Barrabás, que fora preso por sedição e homicídio, que era o que pediam; mas entregou Jesus à vontade deles." (Lucas, 23:25).
É histórico, a opção que os homens fazem pelo mal. Em toda a história humana, é raro as atitudes de justiça e fraternidade; principalmente pelos homens públicos.
A turba sempre se enfureceu diante de pessoas justas e fraternas, e sempre que surge uma oportunidade de escolha, entre o caminho bendito e o tenebroso, escolhe o mais sombrio.
Não sei se a psicanálise de Freud tem uma explicação para isso; mas certamente, tudo no universo obedece a lei de atração dos semelhantes. O que não falta na Terra, é a maldade e a loucura dos excessos.
Os homens são escravos do poder; e fazem tudo para não perde-lo. O medo que um líder tem de perder o seu lugar, levo-o, a praticar e tomar atitudes, que em situações normais, ele próprio condenaria.
Foi o que aconteceu com Pilatos. O governador romano, não desejava condenar Jesus; inclusive, foi alertado pela própria esposa, que lhe disse: "Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele." (Mateus, 27:19).
Mesmo diante do aviso de Cláudia, sua esposa, e da própria consciência, Pilatos embora inseguro, tentou com o gesto de lavar as mãos, se redimir da culpa e de não ter tido a coragem de libertar Jesus. O preço que o infeliz Pilatos pagou para permanecer no poder, foi muito alto; tendo que reencarnar várias vezes em condições miseráveis, para acalmar a própria consciência, do crime que praticou perante a Lei do Criador.
E nós? Quantas vezes nos acovardamos diante de situações, que nos convocava ao testemunho na seara do Cristo? Temos moral para levantar a voz, como fez o povo enfurecido, e condenar alguém?
Ou será que preferimos fazer o mesmo que fez Pilatos, lavando nossas mãos; numa atitude de indiferença covarde? Que a consciência de cada cristão, tome sua decisão.
Uma coisa é certa, ninguém consegue burlar a Lei de Deus e ficar impune! Porque, a Lei Divina, está escrita na consciência de cada criatura humana.
Paz do Senhor.
É histórico, a opção que os homens fazem pelo mal. Em toda a história humana, é raro as atitudes de justiça e fraternidade; principalmente pelos homens públicos.
A turba sempre se enfureceu diante de pessoas justas e fraternas, e sempre que surge uma oportunidade de escolha, entre o caminho bendito e o tenebroso, escolhe o mais sombrio.
Não sei se a psicanálise de Freud tem uma explicação para isso; mas certamente, tudo no universo obedece a lei de atração dos semelhantes. O que não falta na Terra, é a maldade e a loucura dos excessos.
Os homens são escravos do poder; e fazem tudo para não perde-lo. O medo que um líder tem de perder o seu lugar, levo-o, a praticar e tomar atitudes, que em situações normais, ele próprio condenaria.
Foi o que aconteceu com Pilatos. O governador romano, não desejava condenar Jesus; inclusive, foi alertado pela própria esposa, que lhe disse: "Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele." (Mateus, 27:19).
Mesmo diante do aviso de Cláudia, sua esposa, e da própria consciência, Pilatos embora inseguro, tentou com o gesto de lavar as mãos, se redimir da culpa e de não ter tido a coragem de libertar Jesus. O preço que o infeliz Pilatos pagou para permanecer no poder, foi muito alto; tendo que reencarnar várias vezes em condições miseráveis, para acalmar a própria consciência, do crime que praticou perante a Lei do Criador.
E nós? Quantas vezes nos acovardamos diante de situações, que nos convocava ao testemunho na seara do Cristo? Temos moral para levantar a voz, como fez o povo enfurecido, e condenar alguém?
Ou será que preferimos fazer o mesmo que fez Pilatos, lavando nossas mãos; numa atitude de indiferença covarde? Que a consciência de cada cristão, tome sua decisão.
Uma coisa é certa, ninguém consegue burlar a Lei de Deus e ficar impune! Porque, a Lei Divina, está escrita na consciência de cada criatura humana.
Paz do Senhor.
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