"ELe disse: Dai-lhes vós o alimento. E os discípulos disseram: Não temos se não cinco pães e dois peixes; teremos que ir comprar comida para toda essa gente." (Lucas, 9:13).
Jesus tinha ido a um lugar deserto de uma cidade chamada Betsaida para meditar em silêncio. Sabendo disto, uma multidão o seguiu até o local.
Desprevenidos e imprudentes como sempre foram, aquelas pessoas, não se preocuparam em levar água, e muito menos alimentos. Naturalmente que sentiram fome e sede.
O ser humano na maioria das vezes age por impulso, e paga um elevado preço por isso. Na realidade, aquela turba que seguiu o Mestre até o deserto, na grande maioria, não estava a procura das verdades do Evangelho; mas na satisfação dos seus interesses egoístas e materialistas.
Ela se compunha de curiosos, interesseiros de toda espécie, espiões de Caifás, portadores de deficiência, que na sua maioria também não eram pessoas sinceras, e um pequeno número daqueles que realmente estavam interessados em educar seus sentimentos.
Quando os interesses mesquinhos se reúnem, o resultado é sempre confusão e conflitos. Para evitar um mal maior, o Cristo tomou a decisão de, em primeiro lugar, satisfazer as necessidades materiais dos famintos, multiplicando os pães e os peixes.
Estabelecida a calma, o Mestre de Amor ofereceu o alimento espiritual a um pequeno número de pessoas humildes e sinceras, que pacientemente aguardavam serem atendidas por eLe.
Quando o Mestre disse aos apóstolos que alimentassem o povo, estava se referindo, ao alimento espiritual; e não de pão e de peixes. O "milagre" realizado pelo Cristo naquele local deserto, foi por causa das circunstâncias e necessidades.
Alimentar-se do material é muito fácil; difícil é nos livrar do mal, para que tenhamos a fome do bem.
Paz do Senhor.
Jesus tinha ido a um lugar deserto de uma cidade chamada Betsaida para meditar em silêncio. Sabendo disto, uma multidão o seguiu até o local.
Desprevenidos e imprudentes como sempre foram, aquelas pessoas, não se preocuparam em levar água, e muito menos alimentos. Naturalmente que sentiram fome e sede.
O ser humano na maioria das vezes age por impulso, e paga um elevado preço por isso. Na realidade, aquela turba que seguiu o Mestre até o deserto, na grande maioria, não estava a procura das verdades do Evangelho; mas na satisfação dos seus interesses egoístas e materialistas.
Ela se compunha de curiosos, interesseiros de toda espécie, espiões de Caifás, portadores de deficiência, que na sua maioria também não eram pessoas sinceras, e um pequeno número daqueles que realmente estavam interessados em educar seus sentimentos.
Quando os interesses mesquinhos se reúnem, o resultado é sempre confusão e conflitos. Para evitar um mal maior, o Cristo tomou a decisão de, em primeiro lugar, satisfazer as necessidades materiais dos famintos, multiplicando os pães e os peixes.
Estabelecida a calma, o Mestre de Amor ofereceu o alimento espiritual a um pequeno número de pessoas humildes e sinceras, que pacientemente aguardavam serem atendidas por eLe.
Quando o Mestre disse aos apóstolos que alimentassem o povo, estava se referindo, ao alimento espiritual; e não de pão e de peixes. O "milagre" realizado pelo Cristo naquele local deserto, foi por causa das circunstâncias e necessidades.
Alimentar-se do material é muito fácil; difícil é nos livrar do mal, para que tenhamos a fome do bem.
Paz do Senhor.
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