domingo, 2 de junho de 2024

FÍSICA UNIVERSAL. PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO.

Lucas, 18:23-35 

                  

                              Um determinado dia - quando ensinava a Boa Nova do Reino de Deus - o Mestre do Amor Universal, decidiu contar a "Parábola do devedor incompassivo". Assim falou: 

                             O Reino dos Céus assemelha-se a um determinado homem rei, que decidiu cobrar as dívidas, que os seus servos lhe deviam. Então, um desses servos - que lhe devia uma certa quantia em dinheiro - foi trazido a presença deste latifundiário, para que o mesmo pagasse o que devia. 

                             Porém - como não tinha a quantia cobrada - pelo seu senhor, este decide vende-lo como escravo - juntamente com a mulher e filhos - para que a dívida fosse quitada. Desesperado, o pobre homem, pede ao senhor que tivesse misericórdia, para ele e pela sua família. Apiedando-se daquele devedor o seu senhor decide perdoar sua dívida. 

                            Passado um tempo, este mesmo homem encontrando outro - que lhe devia certa quantia em dinheiro - agarrando-o pelo pescoço, obriga-o a pagar o que este lhe devia. Mesmo diante dos pedidos de misericórdia - do pobre devedor - ele recusou seu pedido de perdão. 

                           Ele, não querendo ouvir o devedor, manda que lhe ponham na prisão. Outras pessoas que por ali passavam, compadecidos, foram contar tudo ao senhor rei, o que eles presenciaram. 

                           Mandando chamar aquele que havia perdoado a dívida, o senhor disse-lhe: "Por não ter tido a mesma misericórdia recebida, entrego-lhe aos verdugos". Onde ficaria preso; até que lhe pagasse a dívida. 

                           Moral da estória: Quem paga o que deve, fica em boa situação. Ou seja, quitando nossos compromissos - perante as Leis Divinas - sem revolta, sem reclamação ou negação - do meio familiar - que nos recebeu. Aceitando as condições físicas, econômicas e psíquicas. Também aquelas, que recebemos em nosso corpo de carne. Lutar com afinco em melhora-las, segundo as circunstâncias e necessidades; a lógica, razão e bom senso; não olvidando do que é verdadeiro, bom e útil; equilibrando razão e sentimento.  

                        Se porventura, não nos perdoarmos; e nem ao próximo - no íntimo do coração - não estaremos prontos, para a REDENÇÃO FINAL. 

Muita Paz.

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