João, 11:45-54.
Muitos dos presentes - no velório de Lázaro - depois de presenciar sua saída do sepulcro - após quatro dias - creram em Jesus. No entanto - um grupo desses judeus - foram falar com os sacerdotes, sobre o acontecido.
Em vista disso, os sacerdotes - em reunião com os fariseus - começaram a planejar, sobre o que fariam, a respeito daquele fato - deveras extraordinário - acontecido bem próximo deles. Considerando que, aquilo era demasiadamente perigoso para eles; deveriam tomar uma decisão, naquele momento, antes que tudo saísse de controle.
Temiam eles que, devido ao prestígio de Jesus, que aumentaria de sobremaneira - daquele momento em diante - os romanos poderiam não entender e muito menos aceitar. O principal sacerdote daquele ano, era Caifás; este teve a ideia, de fazer de Jesus um exemplo, para não ser seguido. Em seu pensamento, seria melhor morrer um só homem, do que milhares deles.
Para isso, sacrificariam Jesus de Nazaré. Então - ficou decidido - que Jesus morreria pela nação. Não como herói é claro! Mas, como um apóstata. Sendo acusado de violar as Leis, prescritas por Moisés.
Estavam com medo, que Jesus assumisse o controle cultual - reunindo inclusive - os judeus dispersos de toda a Judéia. E, então, perderiam eles - em seu modo tacanho de pensar - Poder, prestígio e suas enormes fortunas.
Desde este dia, entraram em acordo, para eliminar o Mestre do Amor Universal.
Assim - mediante este perigo - Jesus saiu daquela região em que estava - foi para o deserto, em um lugar chamado Efraim.
Na verdade, mediante a sintonia dos fariseus, com o maligno e pai da mentira e da enganação, obedeceram fielmente, àquele que havia comprado suas almas; em troca de poder e situação financeira elevada, permanecendo no topo da pirâmide, daquela sociedade desalmada.
Muita Paz.
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