Lucas, 16:1-17
Continuando suas instruções - agora aos discípulos - contou-lhes a "Parábola do Administrador infiel". Havia em determinado lugar, um homem de posses. Ficando sabendo que o administrador de seus bens, desviava recursos, mandando chama-lo, exige-lhe explicações. E ainda ameaça despedir o administrador, caso ele não preste contas da sua administração.
Ao ser descoberto, o administrador ficando apreensivo, pensou em uma maneira de solucionar o problema - caso o patrão o despedisse - ele não ficasse na miséria.
Então, chamando os devedores de seu senhor, propõem-lhes, que pagassem naquele momento o que deviam, porém um pouco menos. E assim foi feito.
Isso agradou o proprietário dos bens - pois para ele - seu administrador agiu com prudência.
Nesta parábola, o Mestre ressalta a fidelidade e a prudência. Aquele que é fiel no muito é fiel também no pouco. Porém, aqueles que são guiados pela astúcia - atraem-se mutuamente - devido a Lei de atração dos semelhantes.
Tanto que o patrão louvou a atitude do seu administrador, porque ele próprio, também agia com astúcia, em sua vida.
Agora a moral da estória, contada pelo Divino enviado: Tanto a prudência e a lealdade, são qualidades dignificantes, desde que sejam empregadas - em nome do bem maior - e da fraternidade e ajuda ao próximo, em dificuldades; e em nossa própria vida.
A máxima do Mestre do Amor é clara, ao afirmar que: "Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro; simultaneamente". Assim, se concordamos com a desonestidade, é porque estamos em sintonia com o pai da enganação e seus escravos. E assim agindo, aqueles que são realmente honestos, também não confiará em nossas atitudes.
Ouvindo estas palavras de Jesus, os fariseus riam e odiavam-no. Porque os fariseus tinham muito prudência em parecer honestos, dignos e fiéis a Deus; diante dos homens.
No entanto, seriam julgados - pela própria consciência - logo após desencarnarem. Porque, a Lei antiga e os profetas, foram até a chegada de João Batista - que veio como o precursor - anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Onde todos devem esforçar para conquistá-lo; pelo esforço próprio.
Muita Paz.
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