quinta-feira, 9 de maio de 2024

FÍSICA UNIVERSAL. PARÁBOLA DO AVARENTO.

 Lucas, 12:13-21

                      

                          Enquanto falava a multidão - quando Jesus fez uma pausa - alguém na multidão pediu-lhe que dissesse ao seu irmão, que dividisse com ele, a sua herança. A resposta do Mestre foi taxativa e instrutiva; disse ele que, não era juiz ou mediador, para fazer partilhas. Não foi para isso que ele viera entre os homens. 

                         Contudo, o Mestre instruiu a todos, contando-lhes a "Parábola do Avarento". Um fato fictício, mas que, representava os males, do acúmulo de bens materiais. Bens estes - como dissera o Mestre - que são comidos pela traça. 

                        Uma pessoa que - não tendo herdeiros e vivia só - com o excesso de bens materiais, pensa que assim poderá viver somente gozando a vida, e sem nenhum esforço, em conquistar os bens morais. Não pensando em - burilar sentimentos - para que os mesmos, fiquem equilibrados com a razão. Também, aprender a olhar para o espelho da própria alma, e então corrigir o que estiver em desacordo, com o que é bom, verdadeiro e útil - para sim mesmo - e para aquele mais necessitado. Sendo que o personagem da Parábola - contada pelo Mestre - não fez o que era correto, como manda a Lei de Deus.

                      Não esquecendo, da vontade, boa vontade, força de vontade e a persistência no bem. Não olvidando que, o que levaremos para a outra vida - Plano Espiritual - são exatamente os bens que a traça NÃO PODE DESTRUIR. 

                     Os bens morais e os intelectuais; bens que o Espírito conquistou, aprendendo a viver com o necessário; através da Boa vontade, Força de vontade e Persistência. Sendo que a herança; é apenas um detalhe - proporcionada pela Lei do retorno - para aqueles que tiveram algum merecimento. 

                    Porém - tudo que recebemos - sem nenhum esforço, é de bom alvitre, bem empregá-lo; sem que haja acúmulo dos bens materiais e nem a vinculação demasiada, a mina lucrativa. 

                    O comer, repousar, beber e regalar-se - do personagem da Parábola do avarento - contada pelo Mestre, é a típica provocação, do pai da enganação; para enganar e escravizar os seres humanos incautos e ambiciosos - por bens materiais - e o poder; que estes bens proporciona.

                    Porém, quando chegar o final - em uma noite fria - da existência da alma na terra, ouvirá a voz da própria consciência, julgando-o e condenando-o. "Os bens que acumulou, para onde vão?" Para onde vai a pobre alma insensata e materialista, estes bens não podem ir. 

                  Então, esta alma - será miserável - no Plano Espiritual. Porque, jamais pensou em acumular os BENS QUE A TRAÇA NÃO DESTROI! OS BENS DO ESPÍRITO. 

Muita Paz.    

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