"Mas, sobretudo, tende ardente caridade uns para com os outros." (I Pedro, 4:8)
A compreensão, razão, bom senso; são sempre úteis. Porém, se não há amor e caridade, cairemos na falta do equilíbrio necessário, em praticarmos a máxima do Cristo: "(...) que seu dizer seja, sim, sim; não, não."
Tendo grafado na mente e no coração, a observação do amoroso apóstolo Pedro, sempre lembrando que, ao chegarmos no final da caminhada, o fiel da balança - de nossa existência no corpo de carne - será justamente a recomendação apostólica.
Ninguém perde em ser caridoso, bom e justo. Apesar de muitos alegarem fraqueza, bondade e caridade, são na verdade, demonstração de força e coragem. Pois, não é pela fraqueza, mas pela coragem, que abandonamos o atrito inútil de uma depressão para - elevando a sintonia - vincularmo-nos a Jesus e assim, sair daquele círculo vicioso.
A fraqueza, encontra-se na mentira; somente na verdade em admitir o erro, é que encontramos a coragem verdadeira. E esta verdade universal, está no Deus Verdadeiro; e não no "deus" antropomórfico, pai da mentira.
A instrução será mais útil, quando acompanhada da prática no bem e na caridade. Tudo isso, somente dará certo, quando for aplicada em primeiro lugar, em nós próprios. Somente depois do auto perdão, é que teremos bases sólidas, para o auxílio ao próximo.
Tendo compreensão para com a ignorância, vigilância com os astuciosos da maldade, paciência com os filhos do calvário, bondade e caridade, para com todos aqueles que Jesus nos confiou para as instruções de cada dia.
Não será somente com palavras que podemos auxiliar o mais necessitado. Em certas ocasiões, os ouvidos, vale mais do que mil palavras. Não nos detenhamos apenas na caridade teórica.
Busquemos - como disse Pedro - "Ardente caridade uns para com os outros." Fazendo isso, certamente viveremos.
Muita Paz.
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