"Mas é grande ganho a piedade com contentamento." - Paulo. (I Timóteo, 6:6)
Bem lembrou-nos o apóstolo dos gentios a respeito disso. Porque, na maioria das vezes, o ato de "piedade" é feito com indiferença e até mesmo frieza.
Quando - por exemplo - é descontado do imposto de renda - um auxílio que irá beneficiar determinada instituição humanista. Embora não deixe de ser uma ajuda, aos mais necessitados; está longe de ter a carga fraterna do "óbolo da viúva."
Também, existe aquela "caridade" na "doação" de calçados; porém o mesmo, não vai com os cadarços e nem com as palmilhas. Ou de roupas; totalmente imprestáveis para vestir-se.
Assim, a verdadeira caridade, é realizada por aqueles que receberam este lixo todo. Com certeza, isso não é fraternidade.
Entendemos que, a alegria referida por Paulo, é quando fazemos um cinco "S" naqueles utensílios - seja roupa ou eletrodomésticos - que ainda é de nosso uso. Para quem recebê-los, possa realmente fazer uso deles.
Não é correto fazermos a caridade com mãos espinhosas; jogando em cima do necessitado, aquilo que não irá beneficiá-lo; pelo contrário! Vai causar-lhe mais trabalho para livrar-se daquele lixo. E o que é pior! É um lixo que não pode ser reciclado.
Muita PAZ.
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