Mas quem não crer será condenado. - Jesus. (Marcos, 16:16)
Os descrentes ao verem-se diante da encruzilhada materialista em que vivem - pois a ciência dos homens não resolve todos os problemas existenciais - entram em desespero.
Já aqueles que acreditando na Boa Nova do reino de Deus, não ficam desamparados. O Consolador e Espírito de Verdade, vindo em nome do Cristo de Deus, deu-nos a oportunidade em conhecer as verdades, que Jesus não pode revelar naquele tempo, devido a ignorância que imperava na época.
Então, devido ao bom ânimo proporcionado pela Fé raciocinada e esperança nas promessas do Cristo, tornando-se dignos delas, lançam-se a laboriosa tarefa de ascensão aos degraus superiores da evolução espiritual.
Porém, os incrédulos limitam os próprios horizontes que tornando-se turvos, devido a sintonia com o menos bom - e a cegueira psíquica - permanecem na ilusão sepulcral, no sono sem sonhos, quanto às reflexões e ao discernimento.
Por isso, afirmou Jesus, que estes já estão condenados.
Isso aconteceu devido ao mau uso da capacidade de arbitrar destas criaturas, que tendo optado pela estrada larga da perdição e pela sintonia com o pai da ilusão, foram condenados - não por Deus - e sim pela própria consciência culpada.
A Justiça do Criador é conjugada à sua misericórdia; o inferno é imagem dogmática - criada pelo "deus" antropomórfico - com intuito de amedrontar e controlar os incautos.
Também, muitos não tendo nenhum ideal espiritual e profissional - se eles próprios não sabem o que querem na vida - não poderão serem auxiliados pelas potestades do bem. Colocando-se nos baixos degraus da própria existência, caem nas garras do atrito inútil.
Permanecem desta maneira, olhando sempre para baixo, sem o bom ânimo necessário às mudanças morais e até mesmo profissionais, necessárias - as duas conjugadas - para uma efetiva reação, acessar planos superiores de evolução.
No entanto nada fica parado para sempre! A Lei de mudança - Lei imutável do Criador - provoca a transformação das criaturas - rindo ou chorando - para melhor.
A crença é luz amiga e benfazeja, cujo clarão redentor é mantido pelo infinito Sol da Fé verdadeira. Nem mesmo os vendavais da negação e da dúvida conseguem apaga-la.
O descrente conheceu a existência somente pelo olhar materialista e imediatista, e pelas atitudes sombrias. Nada idealizando além da escuridão, da zona pantanosa de sua mente; a qual condenou-se pelo próprio livre arbítrio equivocado.
Muita Paz.
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