E destas coisas sois vós testemunhas. - (Lucas, 24:48)
O Mestre do Amor, nunca necessitou de pompa e muito menos de excessos - para realizar o máximo - em seu monumental trabalho na superfície do planeta, salvando o que estava perdido.
Com apenas alguns poucos amigos em uma aldeota humilde e esquecida, transformou a humanidade inteira, sem obrigar ninguém a fazer o que não desejasse. Somente praticando o amor, perdão e caridade, ensinou os homens a fazer a vontade do Criador; para então, viver bem - mesmo que as circunstâncias fossem menos favoráveis - sem revoltas ou anátemas contra Deus.
Converteu o ato de desprendermos o necessário em prol do mais necessitado, em lição importante de solidariedade. Coisa de difícil entendimento do imediatismo e materialismo dos tempos atuais.
Quanto aos que eram perturbados por Espíritos ignorantes e vingativos - algo também amiúde na atualidade - ensinou o olhar, vigiar e orar; para que não viessem ser atingidos por coisas ainda piores. Outra coisa que, nestes tempos de final de transição planetária, também é comum.
Ensinou também - aos neófitos a discípulos - o cuidado no desenvolvimento e a prática - das boas e humanitárias qualidades morais - na hora de praticar o bem; em seu nome e em nome de Deus. Exemplificado na multiplicação dos pães e dos peixes.
Transformou - o rico e materialista Zaqueu - em discípulo; que ao desencarnar, torna-se trabalhador assíduo da causa evangélica, no plano espiritual.
Diante da hipocrisia e prepotência farisaica, compara-os, aos túmulos; pintados de branco por fora e cheios de podridão por dentro. Ensinamento este, totalmente atual nos dias atuais. Observados em todos os níveis da pirâmide social.
Mediante suas curas maravilhosas - que nada tiveram de milagres - e sim, revelando uma tecnologia inimaginável! Mesmo para a mais avançada ciência atual.
No minúsculo grão de mostarda, conseguiu demonstrar a todos, a grandiosidade do Reino de Deus.
Demonstrando uma sabedoria - nunca antes vista na Terra - diante da armadilha preparada contra sua Divina pessoa, pelos fariseus - que detestavam pagar impostos aos dominadores romanos - ensinando a separar, o que era de Deus, do que era devido a Cesar. Algo que - mesmo nos tempos atuais - ainda é confundido, pelos gananciosos materialistas.
Crucificando no madeiro infamante - destinado ao suplício dos piores criminosos da época - transforma o símbolo da morte, em Luz Imperecível de Amor, vida e redenção da humanidade.
Somos nós - se dedicados formos ao seu Divino Amor - os beneficiários do seu sublime sacrifício redentor. Em razão de nossas conquistas morais, devemos ouvir a própria consciência. De que adianta, as conquistas materiais se, ainda não aprendemos a valorizar o que já temos?
Estaremos recebendo as bençãos diárias - concedidas a nós pelo Cristo de Deus - em forma de oportunidades na prática do Bem Maior?
Muita Paz.
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