Espíritos imperfeitos ainda caminham na superfície da Terra.
Por isso mesmo condenamos nos outros aquilo que fazemos. Em nossos olhos o cisco, no dos outros a cegueira total.
Recomendamos, ética, honestidade e resiliência; no entanto, na primeira oportunidade de darmos o testemunho de tudo isso, é a irritação, a vantagem a nosso favor que expressamos. Olvidando de aplicar em nós próprio a lição salutar.
No lar, instruímos o autocontrole psíquico e as tentações da língua ferina; porém, olvidamos que o nossos ouvidos estão mais próximos de nossa boca, que os ouvidos dos outros.
Mesmo assim, não devemos desanimar diante dos equívocos por nós cometido. O aprendizado pela experiência apesar de deixar cicatrizes, também conduz ao caminho certo.
Embora não existindo perfeição na superfície da Terra, podemos iniciar em nós - mesmo diante das deformidades sociais atuais - uma reforma íntima verdadeira, pela instrução e pratica do Evangelho. Há mais de dois mil anos estamos, hora na água, hora no fogo existencial. É chegado o final dos tempos! E o tempo de indecisões e experiências acabou!
Ou seguimos o caminho do Bem maior, ou seremos levados daqui, pelo TURBILHÃO DA JUSTIÇA DIVINA, que varrerá da Terra a antiga Serpente - a mesma referida por Moisés - no simbolismo da Gênesis. Aqueles que aqui permanecerem, estarão prontos para a regeneração planetária.
"A compaixão mostra-nos o caminho da caridade e, sem caridade não haverá salvação."
Muita Paz.
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