Estendamos as mãos para auxiliar o mais necessitado. Porém, não significa auxiliar somente aqueles que comungam com nosso modo de agir e pensar. Se estivermos atentos e sintonizados com o alto, notaremos também a existência de irmãos - embora ainda de pé - e no entanto, estão tão falidos quanto aquelas pobre almas que encontramos deitadas no chão.
Existem caídos, que confundiram o verdadeiro amor, com amor próprio; beirando o animalesco. Outros tantos caíram, por negligenciar a devida atenção no próprio lar em que nasceram; olvidando que os nossos inimigos mais acerbos, encontram-se debaixo do mesmo teto. Há os que caíram, porque não perceberam a tênue linha divisória entre o bem e o benefício inútil.
Também existe queda, quando confundimos justiça em nome da vaidade, prepotência e orgulho. Não olvidemos que o rancor e ódio, leva-nos ao abismo profundo; transformando nosso coração em gládio de trevas. Perigoso também, é a transformação da usura em segunda personalidade, ajuntando bens que a traça comerá. Tal como o jovem rico alertado por Jesus, nós também, somos alertados no fundo da consciência. Resta saber o porque da nossa surdez.
Os caminhos da Terra estão cheios de armadilhas! Resta saber se, estamos dispostos a abrir mão de nossos desejos e satisfação dos sentidos; em nome do bem e amor ao próximo, pensando na própria redenção. Haverá sempre oportunidades de trabalho na bendita seara do Cristo. Olhemos, oremos e vigiemos; pois não sabemos como será o dia seguinte.
Muita Paz.
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