quinta-feira, 14 de abril de 2022

ENTENDIMENTO.

"Sacrifícios, ofertas, holocaustos e oblações pelo pecado não quisestes, nem agradaram-te." (Hebreus, 10:8) 

                                                            

                                        Os religiosos do mundo antigo, os antigos sacerdotes e doutores da lei em Israel - desde o patriarca Abraão - admitiam o costume dos holocaustos e sacrifícios, como forma de amenizar seus pecados diante do Deus Único. Quando os hebreus chegaram a Canaã prometida, depararam-se com os absurdo daqueles povos que ali existiam, medianitas, filisteus, cananeus dentre outros,  de ofertarem em sacrifício, recém nascidos e virgens; aos seus "deuses" de pedra: Dagon, Moloque e demais. 

                                       O tempo passou, Jesus veio até nós trazendo a segunda Revelação - o Evangelho do Amor - e também, ensinando-nos que, "misericórdia quer o Pai e não sacrifícios." O que o Mestre pedia dos seus discípulos e seguidores, foi o sacrifício de nossas concupiscências. A renúncia dos desejos estritamente desnecessários e prejudiciais ao nosso resgate e por conseguinte a nossa evolução espiritual. Todos estes sacrifícios e oblações citados por Paulo, na verdade tinha também seu lado de interesses financeiros. Visto que, os animais destinados ao holocausto, eram vendidos diretamente nos locais, onde seriam realizados. Isso era comum no templo de Salomão em Israel. 

                                     Com Jesus, mudou toda esta visão materialista, que Deus faz  negócios com sua criatura em troca de seus pedidos. A maioria dos genitores da Terra não recebe oferendas dos filhos, em troca da mesada mensal ou de algum dinheiro para comprar algo. Como  poderiam achar que o Criador, Senhor da Vida, poderia submeter-se a tão vil e degradante interesses. Somente na mente dos ignorantes ou dos sacerdotes escravos de entidades diabólicas.  A MAIS ALTA CONCEPÇÃO DO CRIADOR que podemos guardar no coração - cujo terreno preparamos - é a que Jesus ensinou-nos a praticar, em nome do bem e amor ao próximo. 

                                   Assim, espelhando do supremo sacrifício do Mestre do Amor, no madeiro infamante, também nós sacrificaremos interesses, desejos: Renunciando em prol do mais necessitado, nosso tempo e lazer; instruindo-o, para que também aprendam a fazer a vontade de Deus. E isso tem seu início, entre nossos próprios familiares; enquanto genitores ou irmãos. 

Muita Paz.

                                       

                                         

                              

  

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