Conclusão do capítulo "24"
22- porque de repente surge o castigo deles, e quem lhes conhece o furor?
23- Não é justo ser parcial ao julgar;
24- quem declara inocente o culpado, o povo o amaldiçoa irritando-se contra ele;
25- aqueles que os acusam são gratos, sobre eles desce uma benção.
26- Beija nos lábios quem dá uma resposta oportuna.
27- Dispõe teus assuntos na rua e prepara-os no campo, depois poderás construir casa.
28- Não testemunhes sem motivo contra teu próximo, não enganes com a língua.
29- Não digas: Eu lhe farei o que me fez, ele há de pagar-me.
30- Passei pelo campo de um preguiçoso, pela vinha de um homem sem juízo;
31- era só espinho crescendo, o capim cobrindo sua extensão, a cerca de pedras estava caída;
32- vendo isso, refleti; olhando aprendi uma lição.
33- Um pouco dormes, um pouco descansas, um pouco cruzas os braços e descansas;
34- e chegando a pobreza do vagabundo, a indigência do mendigo.
Ao concluir este capítulo, o sábio monarca levanta duas importantes questões na vida da criatura humana: Justiça e vida útil. A justiça não é somente aquela aplicada pelos magistrados; cada pessoa poderá ser o "juiz" de si mesmo, através de sua consciência. Isso acontece quando existe dúvidas, sobre qual atitude tomar; "na dúvida abstenha-te." É a voz da consciência que não querendo ser violada por nossa insensatez, lança-nos um ALERTA. A LEI DIVINA ESTÁ ESCRITA NA CONSCIÊNCIA DE CADA SER HUMANO. Quer melhor juiz que este? Seguindo a Lei de Deus e respeitando as leis humanas, estaremos em paz com nossa consciência. Existe tempo para tudo na LEI DE DEUS, tempo para amar, perdoar, trabalhar e sobretudo mudar; pois a LEI DE MUDANÇA É A ÚNICA QUE NÃO MUDA, E MUDA TUDO.
Salomão, não esqueceu de mencionar também a questão laborativa na vida do homem. Como disse o dito popular: "Mente vazia oficina do diabo." Isso vale dizer que não existe razão para a mendicância! Ou será que a Lei do Criador é falível como as do homem? Claro que não! Lembremos da Parábola dos talentos: (Mateus, 25:14). Aquele que enterrou o seu ÚNICO TALENTO, fez isso, porque quis; porque preferiu o "atrito" inútil, a exercer sua capacidade laborativa, a qual o Senhor destinou para ele; já aquele que multiplicou os talentos recebidos, recebeu mais outros tantos; produto do seu LABOR.
Moral da história, não revoltemos com nossa condição social e menos ainda, com a profissão que merecemos, segundo A LEI DE DEUS. O pior é a DESISTÊNCIA DA OPORTUNIDADE PRECIOSA, DE SERMOS ÚTEIS, PRINCIPALMENTE A NÓS PRÓPRIOS. Quando não desistimos de ter um IDEAL, PROFISSIONAL E ESPIRITUAL, jamais cairemos no ATRITO INÚTIL; cujo resultado poderá ser, como disse Salomão: "A pobreza do vagabundo a indigência do mendigo."
FIM
Muita Paz.
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