"Sabendo que a tribulação produz fortaleza." (Romanos, 5:3).
Sem a tempestade não podemos erguer os muros de nossa fortaleza moral.
Diante do vendaval das emoções que assolam nossa alma, não sejamos como a grande arvore, com suas poderosas raízes; mesmo assim, não poderá resistir a força do tufão.
Façamos como o bambu diante da tempestade; erguendo-se até o chão. Logo após a ventania, ergue-se lentamente novamente.
Assim devemos fazer quando os suplícios íntimos nos atingir, como uma tempestade de emoções e conflitos. Tenhamos fé, paciência, resignação, e acima de tudo humildade, e entendimento para concluir que tudo isso, possui certas funções regeneradoras e educativas; por isso não podemos menosprezar. Quando resistimos, endurecemos nosso sentimento.
As atribulações são como a tempestade na alma; por isso não podemos esquecer seus benefícios. Somente teremos a completa compreensão destes valores, quando iluminarmos nossos caminhos com a Luz Imperecível do Evangelho.
As queijas, não nos trará nenhum proveito; pois é um vício, e não atrairá bens morais a nossa reforma íntima. Na vida diária, existem pequenos deveres que ao realizarmos, estaremos beneficiando um grande número de pessoas da nossa convivência social.
Porém, se a queixa nos toma de assalto, o esquecimento destruirá todo nosso esforço.
Se a circunstância nos leva a prática do bem, façamos o que tiver a nosso alcance, sem esperar gratidão. Por mais difícil que te pareça a tarefa, não olvides que, Deus não dá uma cruz à aqueles que não possam suporta-las.
As queixas e reclamações, não nos conduz ao caminho certo para a conquista da nossa libertação. Lembremos que, quando não cuidamos de nossa língua, ingerimos o próprio veneno que ela destila.
E quem não cuida dos próprios ouvidos, só ouvirá o eco das perturbações.
Olhai, orai, vigiai.
Paz do Cristo.
Sem a tempestade não podemos erguer os muros de nossa fortaleza moral.
Diante do vendaval das emoções que assolam nossa alma, não sejamos como a grande arvore, com suas poderosas raízes; mesmo assim, não poderá resistir a força do tufão.
Façamos como o bambu diante da tempestade; erguendo-se até o chão. Logo após a ventania, ergue-se lentamente novamente.
Assim devemos fazer quando os suplícios íntimos nos atingir, como uma tempestade de emoções e conflitos. Tenhamos fé, paciência, resignação, e acima de tudo humildade, e entendimento para concluir que tudo isso, possui certas funções regeneradoras e educativas; por isso não podemos menosprezar. Quando resistimos, endurecemos nosso sentimento.
As atribulações são como a tempestade na alma; por isso não podemos esquecer seus benefícios. Somente teremos a completa compreensão destes valores, quando iluminarmos nossos caminhos com a Luz Imperecível do Evangelho.
As queijas, não nos trará nenhum proveito; pois é um vício, e não atrairá bens morais a nossa reforma íntima. Na vida diária, existem pequenos deveres que ao realizarmos, estaremos beneficiando um grande número de pessoas da nossa convivência social.
Porém, se a queixa nos toma de assalto, o esquecimento destruirá todo nosso esforço.
Se a circunstância nos leva a prática do bem, façamos o que tiver a nosso alcance, sem esperar gratidão. Por mais difícil que te pareça a tarefa, não olvides que, Deus não dá uma cruz à aqueles que não possam suporta-las.
As queixas e reclamações, não nos conduz ao caminho certo para a conquista da nossa libertação. Lembremos que, quando não cuidamos de nossa língua, ingerimos o próprio veneno que ela destila.
E quem não cuida dos próprios ouvidos, só ouvirá o eco das perturbações.
Olhai, orai, vigiai.
Paz do Cristo.
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