Lucas, 15:11-32.
Alguém disse que, esta parábola é como se fosse um Evangelho dentro do Evangelho. Tamanho é o seu conteúdo moral, em seus preciosos ensinamentos.
Na verdade, o "filho pródigo" está nos representando!
Mal ganhamos as primeiras "plumagens," achamos que já podemos alçar grandes revoadas. A maioria de nós fazemos exigências descabidas e irresponsáveis aos nossos pais. Quem manda em mim sou eu!
Ao afrontarmos a razão, o bom senso, e os previdentes e sábios conselhos do Alto, pagamos o preço pela nossa prepotência e invigilância. Avisos não faltaram!
Pela falta de fé, caímos no terreno árido da depressão e da descrença. É o atrito inútil. O resultado disso é o sofrimento e as dificuldades.
Então, lembramos como éramos melhores e não sabíamos. Tínhamos o necessário, e o renegamos. Dizem que no fundo do poço existe uma mola, que nos impulsiona para cima. Isso é chamado saturação; que é Lei do Criador.
Então, reconsideramos nossa vida. Ansiamos para conquistar a paz e harmonia em nosso íntimo. O filho pródigo, dá início ao longo caminho de volta para casa Paterna. Quando chega; cansado e desfigurado pela longa e penosa jornada, é recebido com festa. É o prêmio pelo seu esforço!
Mas nem tudo são flores, na caminhada evolutiva.
Quando o neófito se propôs o seu reinício no bem, ainda tem que saber evitar o terreno minado; da inveja, do orgulho, da mágoa, e outras tantas mazelas.
Porque estávamos como que mortos, e revivemos, estávamos perdidos, reencontramos a centelha Divina que existe em nós. Como disse Emmanuel: "Quem identifica o aluvião de males criados por nós mesmos, pelos desvios da vontade, na sucessão de nossas existências sobre a Terra, custa a crer na migalha de bem que possuímos em nós próprios."
Paz do Cristo.
Alguém disse que, esta parábola é como se fosse um Evangelho dentro do Evangelho. Tamanho é o seu conteúdo moral, em seus preciosos ensinamentos.
Na verdade, o "filho pródigo" está nos representando!
Mal ganhamos as primeiras "plumagens," achamos que já podemos alçar grandes revoadas. A maioria de nós fazemos exigências descabidas e irresponsáveis aos nossos pais. Quem manda em mim sou eu!
Ao afrontarmos a razão, o bom senso, e os previdentes e sábios conselhos do Alto, pagamos o preço pela nossa prepotência e invigilância. Avisos não faltaram!
Pela falta de fé, caímos no terreno árido da depressão e da descrença. É o atrito inútil. O resultado disso é o sofrimento e as dificuldades.
Então, lembramos como éramos melhores e não sabíamos. Tínhamos o necessário, e o renegamos. Dizem que no fundo do poço existe uma mola, que nos impulsiona para cima. Isso é chamado saturação; que é Lei do Criador.
Então, reconsideramos nossa vida. Ansiamos para conquistar a paz e harmonia em nosso íntimo. O filho pródigo, dá início ao longo caminho de volta para casa Paterna. Quando chega; cansado e desfigurado pela longa e penosa jornada, é recebido com festa. É o prêmio pelo seu esforço!
Mas nem tudo são flores, na caminhada evolutiva.
Quando o neófito se propôs o seu reinício no bem, ainda tem que saber evitar o terreno minado; da inveja, do orgulho, da mágoa, e outras tantas mazelas.
Porque estávamos como que mortos, e revivemos, estávamos perdidos, reencontramos a centelha Divina que existe em nós. Como disse Emmanuel: "Quem identifica o aluvião de males criados por nós mesmos, pelos desvios da vontade, na sucessão de nossas existências sobre a Terra, custa a crer na migalha de bem que possuímos em nós próprios."
Paz do Cristo.
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