"Nem tão pouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois eLe mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração, e todas as coisas." (Atos, 17:25).
É comum, mesmo depois de mais de dois mil anos de evolução, existir aqueles que se dizem cristãos, tentar fazer negócios com o Criador; como se o Altíssimo tivesse as mesmas fraquezas e necessidades dos homens.
Paulo, quando esteve em Atenas, diante do monumento ao "deus desconhecido," tentou mostrar à aquele povo, o verdadeiro Deus. Explicou Paulo aos atenienses, que Deus, não tem nenhuma necessidade, visto que é o Criador de tudo, e de todas as coisas; sendo assim, é este Deus que deu a todos os homens, a vida, a respiração, e tudo que os seres humanos necessitam.
Deus é pai de todos indistintamente!
E ninguém irá até Deus, se não for através de Jesus. Nas horas amargas da vida, no sofrimento purificador, ou na morte, os avarentos clamam pelas posses efêmeras, os arbitrários exigem a obediência de que se julgam credores, os amantes do amor próprio reclamam o objeto de suas afeições.
No entanto, Jesus no limiar das últimas horas, dá exemplo de amplo domínio de si mesmo, ensinando a sublime identificação com os propósitos do Pai, como o mais avançado recurso de domínio próprio.
Ligando naturalmente às mais diversas forças, no dia do calvário não se prendeu a nenhuma delas. Tal qual o povo de Atenas, a maioria dos homens da era moderna, também acham que o Evangelho, é algo que afronta a própria liberdade.
E lá no fundo do coração, os cidadãos do século XXI, pronunciam as mesmas palavras ditas ao Apóstolo Paulo pelos atenienses, quando ouviram falar a respeito da ressurreição dos mortos: "Uns criticavam, e outros diziam: A respeito disso te ouviremos depois."
O problema é que, este "depois" está se esgotando.
Paz do Senhor.
É comum, mesmo depois de mais de dois mil anos de evolução, existir aqueles que se dizem cristãos, tentar fazer negócios com o Criador; como se o Altíssimo tivesse as mesmas fraquezas e necessidades dos homens.
Paulo, quando esteve em Atenas, diante do monumento ao "deus desconhecido," tentou mostrar à aquele povo, o verdadeiro Deus. Explicou Paulo aos atenienses, que Deus, não tem nenhuma necessidade, visto que é o Criador de tudo, e de todas as coisas; sendo assim, é este Deus que deu a todos os homens, a vida, a respiração, e tudo que os seres humanos necessitam.
Deus é pai de todos indistintamente!
E ninguém irá até Deus, se não for através de Jesus. Nas horas amargas da vida, no sofrimento purificador, ou na morte, os avarentos clamam pelas posses efêmeras, os arbitrários exigem a obediência de que se julgam credores, os amantes do amor próprio reclamam o objeto de suas afeições.
No entanto, Jesus no limiar das últimas horas, dá exemplo de amplo domínio de si mesmo, ensinando a sublime identificação com os propósitos do Pai, como o mais avançado recurso de domínio próprio.
Ligando naturalmente às mais diversas forças, no dia do calvário não se prendeu a nenhuma delas. Tal qual o povo de Atenas, a maioria dos homens da era moderna, também acham que o Evangelho, é algo que afronta a própria liberdade.
E lá no fundo do coração, os cidadãos do século XXI, pronunciam as mesmas palavras ditas ao Apóstolo Paulo pelos atenienses, quando ouviram falar a respeito da ressurreição dos mortos: "Uns criticavam, e outros diziam: A respeito disso te ouviremos depois."
O problema é que, este "depois" está se esgotando.
Paz do Senhor.
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