"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." (II A Timóteo, 4:7).
Assim deve proceder o cristão que é amante da verdade, e que não foge a luta, na hora de dar o testemunho na seara bendita.
Tudo que fazemos em nome do que é verdade, bom e útil, é trabalho; seja remunerado ou não. O que não pode, é ficarmos na inércia, sem nenhuma atividade.
Para o cristão, a vida é um palco de duras lutas; onde a reeducação dos sentimentos, através dos ensinamentos do Evangelho é o principal objetivo a ser atingido.
Para que possamos ajudar o próximo, antes, temos que nos ajudar, nos equilibrar; somente depois, é que teremos reais condições de nos dedicar ao serviço enobrecedor.
Foi o que fez Paulo! Cada um tem sua "porta de Damasco." Uns por medo, preferem ficar caídos e lamentando a má "sorte," já aqueles que tem fé, levantam e continuam a lutar, sem temor, em nome do Senhor.
Estes, são os bons combatentes; que sempre terminam a empreitada, com amor, servindo e se protegendo do mal. É esforço louvável inspirar-se na exemplificação dos discípulos fiéis; porém, é bom não esquecer que não devemos insistir em obras que não nos pertence, esquecendo o serviço que somente a nós compete realizar.
Paz em Cristo.
Assim deve proceder o cristão que é amante da verdade, e que não foge a luta, na hora de dar o testemunho na seara bendita.
Tudo que fazemos em nome do que é verdade, bom e útil, é trabalho; seja remunerado ou não. O que não pode, é ficarmos na inércia, sem nenhuma atividade.
Para o cristão, a vida é um palco de duras lutas; onde a reeducação dos sentimentos, através dos ensinamentos do Evangelho é o principal objetivo a ser atingido.
Para que possamos ajudar o próximo, antes, temos que nos ajudar, nos equilibrar; somente depois, é que teremos reais condições de nos dedicar ao serviço enobrecedor.
Foi o que fez Paulo! Cada um tem sua "porta de Damasco." Uns por medo, preferem ficar caídos e lamentando a má "sorte," já aqueles que tem fé, levantam e continuam a lutar, sem temor, em nome do Senhor.
Estes, são os bons combatentes; que sempre terminam a empreitada, com amor, servindo e se protegendo do mal. É esforço louvável inspirar-se na exemplificação dos discípulos fiéis; porém, é bom não esquecer que não devemos insistir em obras que não nos pertence, esquecendo o serviço que somente a nós compete realizar.
Paz em Cristo.
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