"Porque a nossa exortação não foi com engano, nem com imundícia, nem com fraudulência." (I Tessalonicenses, 2:3).
É verdade, que existe muito sectarismo e misticismo, em vários núcleos consagrados a doutrina cristã, espalhadas pelo mundo. Muitos destes sectarismo religioso, já era condenado por Paulo, desde aquela época.
Naqueles tempos do cristianismo nascente, estes dogmas, eram representados pela circuncisão e pela proibição de determinados alimentos, condenados pela lei mosaica.
Segundo o Apóstolo dos gentios, estes não deveriam ser submetidos ao constrangimentos da circuncisão e nem proibi-los de ingerir alimentos que fazia parte da dieta alimentar daqueles povos, convertidos a nova Doutrina Libertadora.
Paulo alegava que, o próprio Jesus, nunca tinha recomendado esta prática em seus ensinamentos.
A partir do concílio de Nicéia, comandado pelo imperador Constantino em 325 da era cristã, decretou um ponto final, em toda pureza da igreja do Cristo.
Então, o cristianismo, salvo raras exceções, passou a ter a fisionomia dos "homens." Assim, todas as fraquezas, vícios e mazelas humanas, passaram a habitar dentro do seio de vários núcleos cristão; sendo que a maioria dos seus lideres, não dão o exemplo da prática, dos ensinamentos do Evangelho.
Estes falsos condutores do rebanho do Cristo, jamais seguem o exemplo de amor, fraternidade, humildade, altruísmo, ética, perdão; deixados pelo Mestre.
De coração acessível e espírito franco, todo seu ministério foi um cântico de exaltação à simplicidade, conhecidas do povo e de respeito à humanidade e ao Amor.
Exerceu o bom combate sempre. Jamais se deixando amesquinhar nas discussões farisaicas, nunca tomando partido dos governantes que esmagavam o povo. Postura nunca seguida, pela maioria dos lideres religiosos da atualidade.
Seja no triunfo ou na queda, busca sempre a Jesus, orando e vigiando, perdoando e amando sem cansaço, porque a humildade e fraternidade é sinal positivo da presença do Cristo em seu coração.
Paz para Terra.
É verdade, que existe muito sectarismo e misticismo, em vários núcleos consagrados a doutrina cristã, espalhadas pelo mundo. Muitos destes sectarismo religioso, já era condenado por Paulo, desde aquela época.
Naqueles tempos do cristianismo nascente, estes dogmas, eram representados pela circuncisão e pela proibição de determinados alimentos, condenados pela lei mosaica.
Segundo o Apóstolo dos gentios, estes não deveriam ser submetidos ao constrangimentos da circuncisão e nem proibi-los de ingerir alimentos que fazia parte da dieta alimentar daqueles povos, convertidos a nova Doutrina Libertadora.
Paulo alegava que, o próprio Jesus, nunca tinha recomendado esta prática em seus ensinamentos.
A partir do concílio de Nicéia, comandado pelo imperador Constantino em 325 da era cristã, decretou um ponto final, em toda pureza da igreja do Cristo.
Então, o cristianismo, salvo raras exceções, passou a ter a fisionomia dos "homens." Assim, todas as fraquezas, vícios e mazelas humanas, passaram a habitar dentro do seio de vários núcleos cristão; sendo que a maioria dos seus lideres, não dão o exemplo da prática, dos ensinamentos do Evangelho.
Estes falsos condutores do rebanho do Cristo, jamais seguem o exemplo de amor, fraternidade, humildade, altruísmo, ética, perdão; deixados pelo Mestre.
De coração acessível e espírito franco, todo seu ministério foi um cântico de exaltação à simplicidade, conhecidas do povo e de respeito à humanidade e ao Amor.
Exerceu o bom combate sempre. Jamais se deixando amesquinhar nas discussões farisaicas, nunca tomando partido dos governantes que esmagavam o povo. Postura nunca seguida, pela maioria dos lideres religiosos da atualidade.
Seja no triunfo ou na queda, busca sempre a Jesus, orando e vigiando, perdoando e amando sem cansaço, porque a humildade e fraternidade é sinal positivo da presença do Cristo em seu coração.
Paz para Terra.
Nenhum comentário:
Postar um comentário