"Mas os homens maus e enganadores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados." (II A Timóteo, 3:13).
Infelizmente a "colheita maldita," das paixões desenfreadas, dos desenganos e de posses efêmeras, continua sendo feita pela maioria dos homens.
Nas suas loucas ilusões materialistas, onde a descrença e a indiferença reina absoluta, no árido terreno de seus corações, não há lugar para o amor, a humildade e a boa vontade em servir; como recomenda o Cristo em seus ensinamentos libertadores.
O sentimento humano na atualidade, deixa-se dominar pelas paixões dos sentidos; onde a satisfação dos desejos e fantasias, estão sempre em primeiro lugar nas suas atitudes.
E o principal prejudicado com esta postura mental, é a própria criatura humana, que cada vez mais, fica dependente do materialismo e do modismo consumista. Quando não consegue realizar seus desejos no luxo e na estética, cai em depressão.
Outros, para livrar-se do tédio ou da depressão, lança-se ao consumismo desenfreado, adquirindo coisas, que as vezes, jamais irá usar; ou que não tem a necessidade de possuí-las.
Assim, segue o homem enganando a si próprio; e quando chega a beira do abismo econômico e moral, tenta enganar os outros, numa tentativa desesperada de manter o seus estatus na sociedade em que vive.
No entanto, lá no fundo da sua consciência, uma voz lhe pergunta: "...Amigo, para que vieste?" (Mateus, 26:50).
Paz em Cristo.
Infelizmente a "colheita maldita," das paixões desenfreadas, dos desenganos e de posses efêmeras, continua sendo feita pela maioria dos homens.
Nas suas loucas ilusões materialistas, onde a descrença e a indiferença reina absoluta, no árido terreno de seus corações, não há lugar para o amor, a humildade e a boa vontade em servir; como recomenda o Cristo em seus ensinamentos libertadores.
O sentimento humano na atualidade, deixa-se dominar pelas paixões dos sentidos; onde a satisfação dos desejos e fantasias, estão sempre em primeiro lugar nas suas atitudes.
E o principal prejudicado com esta postura mental, é a própria criatura humana, que cada vez mais, fica dependente do materialismo e do modismo consumista. Quando não consegue realizar seus desejos no luxo e na estética, cai em depressão.
Outros, para livrar-se do tédio ou da depressão, lança-se ao consumismo desenfreado, adquirindo coisas, que as vezes, jamais irá usar; ou que não tem a necessidade de possuí-las.
Assim, segue o homem enganando a si próprio; e quando chega a beira do abismo econômico e moral, tenta enganar os outros, numa tentativa desesperada de manter o seus estatus na sociedade em que vive.
No entanto, lá no fundo da sua consciência, uma voz lhe pergunta: "...Amigo, para que vieste?" (Mateus, 26:50).
Paz em Cristo.
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