quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O GRANDE MANDAMENTO.

"Mestre, qual é o grande mandamento?" (Mateus, 22:36).
              
                
                   Esta pergunta ainda é feita até hoje pelos modernos "doutores" do conhecimento mundano, e incrédulos de última hora.
                   Deixam se levar por melindres, orgulho, e envaidecidos com os conhecimentos científicos, não aceitam nada que não possa ser provado e testado em laboratórios.
                   Esquecem que, para a humanidade dominar os maravilhosos avanços tecnológicos que hora desfrutamos, foi uma longa e penosa caminhada evolutiva de milhões de anos, acompanhado de perto pelos auxiliares do Cristo, sob a supervisão soberana do Creador
                  Quando será que a maioria dos homens compreenderão, que perante a grandeza da obra Divina, não somos praticamente nada; e no entanto, não conseguimos desvincular do pedestal do próprio orgulho.
                  Que prepotência é esta, que diante de uma simples virose, nos coloca no lugar que merecemos?
                   Não somos dono de nenhum bem que é corroído pela "traça". Mas mesmo assim, somos capazes de blasfemar contra o Creado e cuspir nas Bênçãos que diariamente nos são concedidas.
                  Tudo em nome do orgulho e do melindre.
                  Respondendo aos doutores, o Mestre disse: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda tua alma, e todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento.
                  E o segundo semelhante a esse, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo." (Mateus, 22:37 a 39).
                  Amar a Deus, com o coração é Primeiro, reconhecer que somos suas criaturas, e a partir dai, nos perdoar, nos livrando das mazelas que escraviza o nosso "go"; para depois renovados, ter a condição de humildemente, estender as mãos ao irmão. Com os pensamentos sempre ligados em Deus, a prece e a Fé, são a nossa segurança.
                 "...e de toda tua alma."  Com vontade, boa vontade e persistência, mesmo diante das piores adversidades, dar sempre o nosso testemunho de cristão. Tendo a certeza, que Deus é Pai de Misericórdia, Soberanamente Bom e Justo, Pai de Todos Indistintamente. Nem mesmo uma simples folha cairá, sem que o Creador assim o permita.
         
Muita Paz.
                 
                
                 
                 
                  

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