quinta-feira, 26 de junho de 2014

SOBRE O DIVÓRCIO.

"E se ela, repudiando seu marido, se casar com outro, comete adultério." (Marcos, 10:12).
                   
                
                    O homem e a mulher, vieram ao mundo para procriar e ao mesmo tempo, resgatar débitos entre si, que em vidas passadas não conseguiram realizar.
                    Se não houver nascimento de crianças, não haverá também progresso, pois faltará "braços para a terra".
                    O convívio afetivo, não é tarefa fácil, pois cada pessoa é uma individualidade; no entanto, sem esta convivência a dois, não haveria constituição de famílias, que são as células de uma sociedade.
                   Tudo isso teve seu início ainda na era primitiva, com os primatas. Portanto, sem família, não há sociedade.
                   E o maior perigo para as famílias, é a sua degradação moral. Tudo começa quando, os "chefes" de família, perdem o controle de sua própria conduta, deixando se enganar por inúmeras perversidades. E tudo isso tem início, quando não existe a presença do Evangelho no lar.
                   Quando o pai e a mãe entram em desequilíbrio, vem o desgaste físico, psicológico, e a degradação espiritual. O resultado disso é o divórcio. Porque não houve estrutura, nem psicológica e muito menos espiritual, para solucionar os problemas através de um diálogo franco, aberto, sem agressões, faltando o espírito cristão para manter o equilíbrio necessário.
                  A partir de então, toda aquela proposta de vida a dois, consumada no casamento, vai ficando para depois, numa próxima reencarnação, quando o casal deverá iniciar tudo novamente. E pela experiência, fazer a coisa certa.
                No versículo de Marcos, o Mestre denomina de "adultera", a mulher que abandona seu companheiro.
                Na verdade, Jesus se refere a uma "alteração" do que foi proposto nas núpcias,  que foi rompido, pela dureza dos corações, tanto do homem como o da mulher.
                É como se recusar ao bom combate, optando pelo egoísmo, e a vaidade.
                Somente quando há violência, tanto física quanto moral, do marido ou da esposa, prejudicando os filhos, é que se justifica uma separação.
                Par se manter o equilíbrio no lar, o Evangelho é imprescindível.
      
Muita Paz.
               
                
                
                 
                  

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