domingo, 1 de junho de 2014

PROPRIEDADE.

"E o mancebo, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades." (Mateus, 19:22).
              
              
                 Jesus jamais condenou aqueles que adquiriram bens.
                 No entanto, quando o "jovem rico" se aproximou do Mestre, querendo uma orientação para conquistar a vida eterna, não aceitou as instruções, retirando-se triste e decepcionado.
                 Esta é a mesma postura dos ricos da atualidade.
                 A ganância é tanta, que os donos do dinheiro preferem agir como a figura folclórica do personagem "tio patinhas", entesourando o maior número de bens possíveis.
                Tirando a simbologia da narrativa de Mateus, entendemos que, o Cristo não disse para o jovem abastado abandonar tudo, mas que ele fosse justo com os seus servos, pagando-lhes um salário que lhes proporcionasse uma vida digna, e também para seus familiares. Que não fosse tão sovina, na hora de distribuir o dinheiro.
                Jesus sempre condenou os excessos.
                O ideal, seria que o homem vivesse com o necessário, e o excedente, distribuído com aqueles que nada tem.
                Cada conquista terrestre deveria ser aproveitada pela alma, como esforço de elevação.
                Temos que ter a consciência, que tudo que conquistamos na vida na forma de bens transitórios, pertence ao Creador. Levaremos para a outra vida, somente as conquistas morais e os conhecimentos adquiridos.
                Sem essa consciência, da lei do uso, onde a fraternidade e o bom senso devem imperar, ficaremos na mesma condição do jovem abastado, que não deu ouvidos aos ensinamentos do Cristo.
      
Muita Paz.
                
               

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