terça-feira, 12 de novembro de 2013

NA AUSÊNCIA DO AMOR.

"Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas e anda em trevas e não sabe para onde deva ir, porque as trevas lhe cegaram os olhos." (I João, 2:11)
              
            
                     Coração sem fraternidade é como a terra seca, onde é difícil brotar a vida.
                     A intransigência não tolera nada que não comungue com sua cartilha.
                     Ao fugir do amor ao próximo, alegando que não temos obrigação, adotamos o fel como alimento da alma, veneno este que somente nos proporcionará intolerâncias e tristezas.
                    Recuamos diante da oportunidade do trabalho bendito, alegando que a humanidade está irremediavelmente perdida, preferindo o nosso próprio bem-estar.
                    Se por ventura frequentamos um culto cristão, logo apelamos para o sectarismo religioso e o julgamento, vendo em toda parte a maldade e a desilusão.
                    Se a caridade vem até nós, apelando pela nossa intervenção em favor do mais necessitado, vemos neles apenas desocupados e pedintes.
                    Caminhamos no mundo entre a amargura e a indiferença.
                    Somos insaciáveis quanto ao carinho, se não recebemos depois da exigência, vampiramos sem o menor pudor e mesmo assim, choramos, lamentamos, reclamamos.
                    Em primeiro lugar, nós, em segundo lugar, nós, em terceiro lugar, nós, depois os outros. Pensamos somente, no estreito círculo de nossas necessidades, e nenhum respeito pelo direito alheio.
                    Declaramos incompreensão por parte dos demais, no entanto, jamais compreendemos alguém. Somos a vítima do universo.
                    Perdemos a visão espiritual, pois não temos olhos de ver!
                    Viramos as costas ao bem e demos as mãos ao mal.
                     Para interromper toda esta sequência de atitudes sinistras, oremos, olhemos e vigiemos constantemente, pedindo ao Senhor que multiplique nossas forças, para resistirmos ante o ataque das trevas.
                    Caminhemos para uma nova vida, em harmonia com a natureza e com todos os irmãos, tolerando para sermos tolerados, ajudando para sermos ajudados, assim, o amor e a fraternidade nos fará viver como seres uteis e otimistas, no clima luminoso da luta e do trabalho que são as bênçãos do Senhor.
                   
Muita Paz.
                   
                   

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