"Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz." (Tiago, 4:11).
Temos que saber distinguir, a hora certa para as palavras ternas e as enérgicas com o devido cuidado para não ferir, mas instruir.
O maledicente sempre ouve, para depois distorcer tudo e inutilizar a palestra com sua língua venenosa.
O mal não merece nenhuma réplica. Jamais lhe daremos a importância que sempre reivindicou. Aqueles que dão as mãos a maldade, ainda não estão preparados para a Luz; em seus corações o que predomina é a figura do juiz, com toda soberba e maledicência.
Se por ventura, em um agrupamento cristão, surgir desavenças entre os aprendizes, jamais poderão procurar abrigo entre as sombras, ao contrário, procurem a lucidez da Luz Evangélica para solucionar o problema, evitando a maledicência e as desconfianças. Nada como a verdade frente a frente.
A maledicência, é um tóxico sutil que pode nos levar imensas quedas.
Quem sintonizar com semelhante atitude deletéria, é acima de tudo, escravo da tolice, no entanto está também, a um passo de uma grande desventura íntima.
Muita Paz.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
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