"A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo." (Hebreus, 1:2).
Siga as leis e os costumes da cultura a qual nasceu e vive, porém, lembre-se de dar a Deus o que é devido a Deus.
Esta sábia determinação evangélica, sempre será útil a todos que queiram levar suas vidas pelo necessário equilíbrio.
Sempre que depositamos esperanças somente em coisas mutáveis e transitórias, corremos o risco de grande decepção, sem contar que o prejuízo moral é inevitável.
O nosso "eu", é passível de constante renovação, porém, na maioria das vezes, nem sempre aquilo que almejamos é o melhor para nossa evolução; cada tempo exige a sua própria metodologia na resolução dos problemas. Cada civilização surge das cinzas de outras que o tempo renovou e está mais capacitada do que a antiga que pereceu.
A barbárie, foi substituída pelas leis modernas educando o cidadão.
A força cedeu à autoridade, a autoridade ao direito. Também na questão religiosa, seguiu o mesmo ritmo.
Sendo a evolução inevitável, vive o homem ainda apegado a criaturas falíveis e a programas transitórios!
As criaturas de hoje, são herdeiras dos seus semelhantes do passado, empenhados na grande luta pela redenção. Mesmo que continuem o culto ao materialismo e ao poder politico, não poderão impedir o avanço natural da corrigenda dos erros cometidos por ele mesmo em encarnações passadas, que ora repetem em um tenebroso desvio dos sentimentos.
A moderna civilização é sucessora das civilizações que faliram.
Toda nação nascente, aproveita-se dos cacos da nação antiga.
As modernas organizações da atualidade, ainda conservam a ambição das que desapareceram no passado.
Se fizermos um honesto exame de consciência, veremos que não podemos esconder o próprio sentimento, e nem deixar de assumir as nossas responsabilidades, enquanto ser humano e cidadão, recusando toda e qualquer exigência do materialismo consumista da atualidade. Na maioria das vezes, extrapolamos o necessário.
Já temos condição de nos reeducar espiritualmente, e também, ajudar o semelhante nesse sentido.
Sendo assim, não existe justificativa para nenhum tormento ou desequilíbrios entre os aprendizes do cristo diante dos acontecimentos atuais, quer sejam políticos, sociais ou econômicos. Semelhante estado da alma, é fruto da invigilância e da falta de fé.
Compete a nós trabalhadores sinceros, atender ao chamado do Mestre na cooperação da difícil, porém decisiva obra dos momentos atuais.
Muita Paz.
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