sábado, 8 de junho de 2013

VELHO ARGUMENTO.

"E aduzindo ele isto em sua defesa, disse Festo em alta voz: -- Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar." (Atos, 26:24).
                      
                  
                    "--Enganai-vos! Não sou louco! Diante da vossa autoridade de romano ilustre, eu não me atreveria a falar desta maneira, pois reconheço que não estais devidamente preparado para ouvir-me." (Trecho do livro: Paulo e Estevão. Psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito: Emmanuel. -- Federação Espírita Brasileira. -- Brasília - DF - Brasil - 1941).

                       Ainda hoje, a maioria de "religiosos" sectaristas, chamam de loucos os praticantes do espiritismo evangélico, por ainda não estarem preparados para determinadas verdades, que foram inicialmente divulgadas e colocadas em prática, pelos discípulos do Mestre na casa do caminho.
                      O próprio Jesus, várias vezes, foi taxado de louco pelos Fariseus, e os seus discípulos não escaparam desse estigma.
                      No entanto, há trabalhadores, que perdem um tempo precioso em lamentações, pela maioria das criaturas os classificarem como desequilibrados.
                     Paulo, numa das últimas defesas diante das autoridades romanas em Cesaréia, anuncia as verdades Universais do Evangelho, diante de uma platéia estupefata.
                     Provido da palavra concisa, franca e nobre, o Apóstolo dos gentios deixa os ouvintes estarrecidos.
                     Sem ter argumentos para suplantar o brilho das verdades que saia da boca de Paulo, como fonte da água viva, Festo, governador romano da província, coloca em dúvida a sanidade mental do Apóstolo.
                     O próprio Festo, estava admirado com o poder de oratória daquela figura franzina e frágil, mas que se agigantava quando falava.
                     Então, como condena-lo, se ele Festo o admirava?
                     Conhecia-lhe o caráter de homem íntegro e humilde, além do mais, detinha  o título de cidadão romano.
                     Apesar de tudo, Paulo foi chamado de louco, porque pregava uma ciência Divina e Universal.
                     Aqueles que forem considerados insanos, quando estiverem dando o testemunho do espiritismo cristão, devem lembrar, pois, o incansável trabalhador, e não se importar com o julgamentos dos "Fariseus" modernos.
                    O estudo e a prática das Verdades Evangélicas, leva-nos sempre a caminhar na trilha do Bem, evitando as armadilhas do Mal.
                    Não importa, se o discípulo é portador de poucas ou muitas letras, desde que tenha sempre a coragem, na hora do testemunho em nome do Cristo, porque não faltará o mundo inferior com o sarcasmo e a perseguição.
                  
Muita Paz.
                    

                    
                       
                      

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