"Linguagem sã e irrepreensível para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós." (Tito, 2:8).
Diz o ditado: "O peixe morre pela boca".
E é pelo conjunto, boca e língua, que poderá sair as mais doces palavras de amor fraterno ou as expressões mais sombrias, dependendo do que semeamos no canteiro do coração.
Este é um dos maiores dramas da criatura, controlar sua língua, para que ela se torne instrumento de consolo e cura, ao invés de acusar e condenar.
No Evangelho, encontramos um oportuno exemplo, que o mau uso da palavra pode nos causar: Diante da turba enlouquecida na ânsia acusatória a uma mulher, o Mestre apela para o que é abundante no coração de todos, seria o Bem? ou as concupiscências?
Este tipo de exame de consciência, deveria preceder sempre que abríssemos a boca.
Pela palavra mal colocada, provocamos nos outros, uma sensação de desconforto psíquico, além de ferir a suscetibilidade daqueles que nos ouve.
A palavra é canal do "eu".
A língua é como uma válvula, que pode emitir forças benfazejas ou destruidoras. A linguagem, é formada pela expressão, maneira e a voz.
Assim, para que este conjunto seja bem aproveitado, primeiramente temos que reeducar os nossos sentimentos. Dessa forma, a nossa voz será sempre benéfica para quem ouvi-la.
Paulo nos deu a receita ideal para educação da fala.
Que a nossa linguagem não seja demasiadamente doce, e nem amarga. Nem muito branda amedrontando a confiança, nem áspera ou muito contundente, espantando a simpatia, porém, um palavreado são e irrepreensível para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós. E, principalmente, praticar o que fala.
Muita Paz.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
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